Albert Einstein

Refrigerador de Einstein

O refrigerador de Einstein-Szilard ou refrigerador de Einstein é um refrigerador de absorção sem partes móveis, opera a pressão constante e requer somente uma fonte de calor para funcionar. Foi inventado conjuntamente em 1926 por Albert Einstein e seu ex-aluno Leó Szilárd e patenteado nos EUA em 11 de novembro de 1930 (US patent nº1,781,541). Este é um projeto alternativo a partir da invenção original de 1922 dos inventores suecos Baltzar von Platen e Carl Munters.


<< Pedido de patente do refrigerador de Einstein e Szilárd.

De 1926 a 1933 Einstein e Szilárd colaboraram em vias de melhorar a tecnologia de refrigeração caseira. Os dois foram motivados por relatos de um jornal contemporâneo sobre uma família em Berlim que morreu quando o lacre do refrigerador se rompeu e liberou vapores tóxicos na casa. Einstein e Szilárd propuseram que um aparelho sem partes móveis poderia eliminar o risco de falha no lacre, e exploraram aplicações práticas para diferentes ciclos de refrigeração. Einstein usou a experiência que ganhou durante os anos no Swiss Patent Office para pedir patentes válidas de suas invenções em vários países, os dois obtendo eventualmente 45 patentes em seus nomes para três diferentes modelos.

Sugere-se que a maior parte da invenção foi feita por Szilárd, e Einstein agiu somente como consultor e ajudando com a papelada da patente.

O refrigerador não foi imediatamente fabricado comercialmente, a mais promissora das patentes levada à companhia sueca Electrolux. Poucas unidades para demonstração foram construídas a partir de outras patentes.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Refrigerador_de_Einstein

Relatividade Frost Free A geladeira de Einstein Ele revolucionou a física. Mas, na verdade, só queria entrar na sua cozinha
 
Engenheiros ingleses estão construindo o primeiro protótipo de um eletrodoméstico revolucionário: uma geladeira ultra-ecológica, que foi inventada em 1930 por ninguém menos que Albert Einstein. Ela gasta pouca eletricidade, não prejudica a camada de ozônio e, para completar, é totalmente silenciosa. A máquina, que o físico criou e patenteou junto com seu colega húngaro Leo Szilard (que viria a se tornar um dos pais da bomba atômica), faz algo que parece mágica: transforma calor em frio. Tudo graças a um sistema inteligente (veja ao lado), que dispensa o motorzinho presente nas geladeiras convencionais.


Mas, se essa tecnologia é tão incrível, por que não é usada hoje em dia? É que, como foi concebido, o refrigerador de Einstein não gela muito bem – por isso, nunca foi fabricado em série. Mas os cientistas que estão desenvolvendo a geladeira acreditam que é possível quadruplicar sua potência – a idéia é trocar o butano por gases mais poderosos e usar energia solar para alimentar a máquina. “Ela seria muito útil em áreas rurais, onde não há eletricidade”, explica o engenheiro Malcolm McCulloch, da Universidade de Oxford.

Ciência na cozinha
A genial - e complicada - máquina de Einstein

1. Aquecimento
Um aquecedor elétrico embutido na geladeira esquenta uma mistura de água com amônia. Isso causa uma reação química que separa as duas substâncias.

2. Condensação
A água, na forma de vapor, chega a uma câmara de condensação. Ela vira líquido e é usada para molhar uma mistura de dois gases: amônia e butano. Como é menos solúvel em água, o butano fica livre.

3. Refrigeração
O butano entra numa terceira câmara – o resfriador. E agora vem o truque genial. Lembra-se da amônia que foi liberada na etapa 1? Ela vem até aqui e se mistura com o butano. Essa mistura evapora, absorvendo calor – e isso deixa a geladeira gelada. Em seguida, os gases voltam para as etapas 1 e 2, reiniciando o processo.

por Dennis Barbosa
http://super.abril.com.br/ciencia/geladeira-einstein-447874.shtml

A Fé de Albert Einstein

A opinião comum de que sou ateu repousa sobre grave erro. Quem a pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu. Creio em um Deus pessoal e posso dizer que, nunca, em minha vida, cedi a uma ideologia atéia. Não há oposição entre a ciência e a religião. Apenas há cientistas atrasados, que professam idéias que datam de 1880. Aos dezoito anos, eu já considerava as teorias sobre o evolucionismo mecanicista e casualista como irremediavelmente antiquadas. No interior do átomo não reinam a harmonia e a regularidade que estes cientistas costumam pressupor. Nele se depreendem apenas leis prováveis, formuladas na base de estatísticas reformáveis. Ora, essa indeterminação, no plano da matéria, abre lugar a intervenção de uma causa, que produza o equilíbrio e a harmonia dessas reações dessemelhantes e contraditórias da matéria.

Há, porém, várias maneiras de se representar Deus.

•  Alguns o representam como o Deus mecânico, que intervém no mundo para modificar as leis da natureza e o curso dos acontecimentos.           

 Querem pô-lo a seu serviço, por meio de fórmulas mágicas. É o Deus de certos primitivos, antigos ou modernos.

•  Outros o representam como o Deus jurídico, legislador e agente policial da moralidade, que impõe o medo e estabelece distâncias.

•  Outros, enfim, como o Deus interior, que dirige por dentro todas as coisas e que se revela aos homens no mais íntimo da consciência.

A mais bela e profunda emoção que se pode experimentar é a sensação do místico. Este é o semeador da verdadeira ciência. Aquele a quem seja estranha tal sensação, aquele que não mais possa devanear e ser empolgado pelo encantamento, não passa, em verdade, de um morto.

Saber que realmente existe aquilo que é impenetrável a nós, e que se manifesta como a mais alta das sabedorias e a mais radiosa das belezas, que as nossas faculdades embotadas só podem entender em suas formas mais primitivas, esse conhecimento, esse sentimento está no centro mesmo da verdadeira religiosidade.

A experiência cósmica religiosa é a mais forte e a mais nobre fonte de pesquisa científica.

Minha religião consiste em humilde admiração do espírito superior e ilimitado que se revela nos menores detalhes que podemos perceber em nossos espíritos frágeis e incertos. Essa convicção, profundamente emocional na presença de um poder racionalmente superior, que se revela no incompreensível universo, é a idéia que faço de Deus.

Albert Einstein 1879-1955

  • Existem apenas duas maneiras de ver a vida; Uma é pensar que não existem milagres e a outra é que tudo é um milagre.
  • A lógica leva você de A para B. A imaginação leva você para qualquer lugar.

1. Siga a sua curiosidade. Tenha vontade de conhecer, conhecer mais profundamente as pessoas, as coisas, a vida!
2. Perserverança não tem preço. Inteligência só não basta. Quando estiver prestes a desistir e tudo o conduzir a desistir e deixar as coisas como estão, preserve, busque, e termine sempre tudo aquilo que começar!
3. Foque o Presente. Dedique-se ao máximo no que está a fazer agora! Coloque as suas idéias em prática!
4. Imaginação é poder. Só a imaginação leva à evolução do homem. Sonhe e busque realizar os seus sonhos!
5. Erre, erre muitas vezes. Alguém já disse que o medo de errar tira a vontade de vencer, então, não tenha medo. Se errou, recomeçou!
6. Viva o momento. Assim como não podemos mudar o passado, não podemos adivinhar o futuro. Constua o seu futuro trabalhando no presente!
7. Crie o valor. Valorize-se antes de exigir que os outros o valorizem. Crie o seu espaço e a sua importância!

8. Não espere resultados diferentes. Lembre-se do ditado, " nós colhemos o que plantamos", os resultados são frutos do que realizamos, então, não perca tempo, plante trabalho e colha sucesso!
9. O conhecimento vem da experiência. Estudar e buscar informações é importante, porém, sem a experiência tem pouco valor. Viva, experimente, interaja com as pessoas, mergulhe no fundo da vida, isso é viver!
10. Aprenda as regras e jogue melhor. A vida é como um jogo e possui regras que nem sempre são tão claras!
Busque descobrir as regras do jogo e utilize-as a seu favor. No trabalho, nos estudos e nas relações pessoais existem regras que devem ser identificadas para que possamos atingir o sucesso. Descubra, crie metas e viva melhor!

http://frequencia-x.blogspot.com/2010/10/10-preciosas-licoes-de-albert-einstein.html

BIOGRAFIA

 
Albert Einstein Físico alemão
14-3-1879, Ulm 18-4-1955, Princeton, New Jersey 
 
Com o desenvolvimento da teoria da relatividade restrita (1905) e da teoria da relatividade geral (1914-1916), Einstein inaugurou uma nova concepção física do mundo com a qual rebateu os alicerces da física clássica, aceitos desde Isaac Newton (1643-1727): os conceitos de espaço e tempo absolutos.
 
A teoria da relatividade relaciona o espaço e o tempo com a gravitação (força da gravidade); estas dimensões surgiram com a matéria e o cosmos e não devem ser entendidas como dimensões absolutas, mas como uma continuidade quadridimensional do espaço-tempo.
 
Todo o movimento deve ser observado em relação a um determinado sistema de referência; disso resulta que o tempo depende da velocidade do movimento relativo. Einstein resumiu a teoria da relatividade em sua famosa fórmula matemática E = mc2, na qual "E" é a energia, "m" a massa e "c" é a velocidade da luz. Essas relações entre a massa e a energia, que Einstein calculou teoricamente, foram confirmadas por experiências práticas no âmbito da física atômica.
 
Sua conseqüência mais espetacular consistiu no desenvolvimento das armas atômicas, que Einstein criticou durante toda sua vida. Em 1921, este excelente cientista recebeu o Prêmio Nobel da Física, apesar de não lhe ter sido atribuído por sua teoria da relatividade, mas pela explicação do efeito fotoelétrico por meio da teoria quântica. Este efeito consiste na liberação de elétrons resultante da incidência da luz sobre diversos metais.
 
Desse modo, Einstein descobriu que a luz se compõe também de "quanta" e que, em função da amplitude da onda associada, libera maior ou menor número de elétrons; por sua vez, a energia dos elétrons depende da amplitude de onda e da energia dos "quanta". Foi esta a base para uma teoria quântica da radiação, donde se infere que as radiações eletromagnéticas são compostas necessariamente por pequenas porções de matéria — dualidade onda-partícula.
 
Einstein também assumiu sua posição em relação a algumas questões políticas. Sua condição de judeu, pacifista e socialista colocou-o numa situação cada vez mais incômoda na Alemanha, obrigando-o, em 1933, em pleno período nazista, a emigrar para os EUA. Em 1939, falou com o presidente norte-americano Franklin Roosevelt acerca da possibilidade de desenvolver armas atômicas, já que acreditava que os cientistas alemães estavam trabalhando na criação da bomba atômica.
 
Deste modo, indiretamente, deu o primeiro passo em direção ao projeto norte-americano "Manhattan", dirigido por Robert Oppenheimer, cujo objetivo era a construção da bomba atômica. Após a Segunda Guerra Mundial, Einstein empenhou-se em advertir contra os perigos ocasionados pela utilização de armamento nuclear.
 
http://biografias.netsaber.com.br/ver_biografia_c_318.html

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