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Religião

 J E S U S

 
Para a maioria dos cristãos Jesus é a figura central do cristianismo. Para a maioria dos cristãos Jesus é Cristo, a encarnação de Deus e o "Filho de Deus", que teria sido enviado à Terra para salvar a humanidade.
 
Acreditam que foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos e ressuscitou no terceiro dia na Páscoa.
 
Para os adeptos do islamismo, Jesus é conhecido no idioma árabe como  Isa, Ibn Maryam "Jesus, filho de Maria".
 
Os muçulmanos tratam-no como  um grande profeta e aguardam seu retorno antes do Juízo Final. 
Alguns segmentos do judaísmo o consideram um profeta, outros um apóstata. 
 
Os quatro evangelhos canónicos são a principal fonte de informação sobre Jesus. 
 
Embora tenha pregado apenas em regiões próximas de onde nasceu, a província romana da Judeia, sua influência difundiu-se enormemente ao longo dos séculos após a sua morte, ajudando a delinear o rumo da civilização ocidental.
 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jesus
 
 

Pai Nosso Original Traduzido do Aramaico

 
Pai, sopro que emana a vida, aquele que enche o mundo de luz e som.
Que a vossa luz nos ilumine e mostre o caminho sagrado. 
Vosso reino celestial se aproxima.
Seja feita a vossa vontade em nossos atos no céu e na terra.
Dai sabedoria para as nossas necessidades de cada dia.
Afroxai as amarras que nos prendem e livrai-nos da culpa alheia.
Não deixai-nos cair em tentação. 
Nos libertai do que nos afasta da verdadeira razão. 
De Vós vem toda a força que nos move.
A musica que nos glorifica e nos renova a todo tempo,
Amem.
Selado pela Confiança, Fé e Verdade.

A Infância de Cristo Segundo TIAGO

 
Numa versão modernizada, textos considerados apócrifos e que trazem importantes informações a respeito da vida de Cristo, preenchendo lacunas até então criadas pelos Evangelhos constantes da Bíblia.
 
Estes textos retratam os acontecimentos que precederam o nascimento de Cristo, contando a história de Maria e da natividade, além da história da infância do Senhor Jesus, no Evangelho de Tomé. Há também excertos do Livro da Infância do Salvador, onde a vida de Jesus, dos cinco aos doze anos, é retratada.
 
Vale lembrar que numa outra obra desta coleção, o Evangelho de São Pedro, a Infância de Cristo é apresentada na sua íntegra, mostrando fatos e passagens importantes da vida do Senhor Jesus, nos seus primeiros anos.
 
Os textos chamados de apócrifos são aqueles não incluídos pela Igreja no Cânon das Escrituras autênticas e divinamente inspiradas.
 
Como foi feita essa seleção, até hoje a Igreja não explicou adequadamente. Se inspirados ou não, são relatos dos primeiros tempos do Cristianismo, importantes para quem deseja conhecer a fundo essa religião.
 
A NATIVIDADE
 
Este livro, apesar de conhecido como o Evangelho de Tiago ou Proto-Evangelho de Tiago, tem sua autoria desconhecida. Publicado em fins do século XVI, não se sabe exatamente ainda qual a época em que foi escrito, mas os maiores estudiosos dos Livros Apócrifos afirmam que é anterior aos Quatro Evangelhos Canônicos, servindo, em muitos aspectos, como base para estes.
 
O Proto-Evangelho de Tiago conta a vida de Maria, seu nascimento de Ana e Joaquim, considerados estéreis, de como foi sua educação no Templo até a sua puberdade, como se deu a escolha de seu futuro esposo, José, velho, viúvo e pai de seis filhos: Judas, Josetos, Tiago, Simão, Lígia e Lídia.
 
Continua, narrando a concepção e a virgindade, que se manteve após dar à luz o Salvador, numa caverna. Fala da estrela misteriosa e radiante, que guiou os magos até a caverna e da nuvem de luz que pairou sobre o local, na hora em que o Senhor Jesus nascia.
 
Narra também, a participação da parteira que testemunhou a virgindade de Maria, após o nascimento do Senhor. E cita o testemunho de uma parteira que constatou a virgindade de Maria após dar à luz.
 
http://www.gnosisonline.org/teologia-gnostica/a-infancia-de-cristo-segundo-tiago/

Segredos da Bíblia - O Evangelho proibido de Judas

Ele é um dos homens mais odiados da história: Judas Iscariotes, o apóstolo que traiu Jesus. Durante séculos, seu nome significou deslealdade e trapaça.
Mas esta imagem pode mudar. Escondido por quase duzentos anos, um evangelho ancestral emerge das areias do Egito e conta uma versão muito diferente sobre os últimos dias de Jesus, questionando o retrato de Judas como o "apóstolo do mal".
Junte-se a National Geographic e a um time de investigadores bíblicos enquanto eles exploram a história deste extraordinário texto e lutam com seu significado religioso.
Começou a corrida para determinar a autenticidade deste documento, reunindo seus pedaços antes que suas delicadas páginas se transformem em pó.
Com dramatizações de qualidade cinematográfica e análises profundas de alguns dos maiores especialistas do mundo, O Evangelho Segundo Judas revela ao mundo moderno uma nova abordagem da traição que Jesus teria sofrido.
O que a igreja escondeu durante 2 mil anos.

Bíblia Online

Martinho Luthero

Há 491 anos, Martinho Lutero era excomungado da Igreja Católica por causa da Reforma Protestante

Publicado por Tiago Chagas em 4 de janeiro de 2012 

Em 03/01/2012, completou-se 491 anos que Martinho Lutero foi excomungado pela Igreja Católica, sob a denúncia que ele discordava da autoridade do Papa de forma implícita, num processo que se iniciou com a investigação, em 1518, do professor de teologia Silvestro Mazzolini, que classificou Lutero como herege.

A Reforma Protestante, iniciada pelas 95 teses de Lutero, foi impulsionada pela imprensa, que começava a se popularizar e que divulgou as teses e artigos de Lutero a respeito da Igreja Católica.

Como não foi condenado à morte pelo Papa, o excomungado Martinho Lutero prosseguiu divulgando suas doutrinas, enquanto que o Papa Leão X, que publicou a bula papal Decet romanum pontificem, que bania o protestante das fileiras da Igreja, chegou a classificar Lutero como um “Alemão bêbado que escrevera as teses”, e que quando Lutero voltasse à sobriedade, mudaria de opinião, segundo informações do Opera Mundi.

O principal protesto de Lutero se referia à venda de indulgências, e sua tese sobre a escravidão do homem ao pecado e à graça divina iniciou um grande debate entre os pensadores da época, o que reforçou a tese de que as doutrinas católicas da época eram incoerentes com a Bíblia. Em resposta ao professor Mazzolini, que o havia declarado herege, Lutero escreveu um artigo, o que levou ao processo que resultaria na exclusão dele.

Relatos históricos apontam para um fato curioso: antes de excomungar Lutero, o Papa tentou convencê-lo a procurar uma solução pacífica, e pediu que ele viajasse para Roma, o que jamais aconteceu, por conselho dos amigos e entusiastas de Lutero. A busca por um acordo refletia a preocupação do Papa Leão X em conter a Reforma Protestante, que ganhava corpo, com caravanas de estudantes indo ouvir as palestras de Martinho Lutero.

Mesmo não indo a Roma, em uma conferência com um representante do Papa, Karl von Miltitz, na cidade de Altenburg, em janeiro de 1519, fez com que Lutero optasse por se calar, provisoriamente. Lutero negava algumas prerrogativas papais, como o solidéu papal e a autoridade de possuir as chaves do Céu que, segundo ele, haviam sido dadas apenas ao  Apóstolo Pedro.

Como os artigos de Lutero causaram um enorme rebuliço em toda a Europa, ele resolveu aprofundar seus estudos e aprimorar as doutrinas que ele entendia serem corretas. “O Sermão sobre o Sacramento Abençoado do Verdadeiro e Santo Corpo de Cristo, e suas Irmandades”, ampliou a abrangência das doutrinas cristãs e passou a incluir o perdão dos pecados e o fortalecimento da fé naqueles que se convertiam.

Já o sermão “Sobre o Papado de Roma”, Lutero desenvolveu seu conceito de igreja,  e o “Sermão das Boas Obras, se colocava contra à doutrina do perdão por meio de boas ações. A carta seguinte de Lutero, “À Nobreza Cristã da Nação Alemã, recomendava a reforma que ele defendia ter sido ordenada por Deus e ignorada pelo Papa, e foi nessa carta, que pela primeira vez Lutero se dirigiu ao Papa como anticristo.

Com isso, Lutero foi advertido e ameaçado com excomunhão pelo Papa, que determinou que o protestante se retratasse em relação a 41 pontos de sua doutrina. Em resposta, Lutero enviou uma carta aberta ao Papa, intitulada “A Liberdade de um Cristão”, afirmando que não existiam leis que o parassem: “Eu não me submeto a leis ao interpretar a palavra de Deus”.

 

Fonte: Gospel+ http://noticias.gospelmais.com.br/martinho-lutero-excomungado-reforma-protestante-28960.html

O maior “casamenteiro” do Rio de Janeiro tem uma postura bastante liberal

Pastor se compara a Santo Antônio e diz admirar Chico Xavier

Durante mais de 40 anos, o pastor presbiteriano Jonas Rezende, 77, construiu a reputação que o tornou um dos religiosos mais requisitados para realizar casamento no Rio de Janeiro.
Ele trabalha com a “Celebrantes”, primeira agência do ramo no Brasil, Jonas Rezende tem se tornado, ao longo dos últimos anos o favorito das noivas cariocas. O motivo é que, segundo o dono da agência, pastor Renato Gonçalves, Jonas mudou a forma como se faziam casamentos no Rio de Janeiro há 30 anos.
“Era o jeito prot 
estante e o jeito católico. O Jonas começou a trazer elementos novos com informalidade. Citava MPB, poesia. Ele rompeu o espaço do sagrado e ficou conhecido por muitos anos como o pastor dos judeus por realizar casamentos de famílias judaicas. Conseguiu unir elementos de tradições muito diferentes, mas harmonizando”, lembra.

Jonas reconhece que ficou mais conhecido por essa atividade, mas não é a única coisa que ele faz. “Fiquei muito casamenteiro, mas também fiz muitos batismos, 15 anos. O casamento ficou mais forte. Sou quase um Santo Antônio. Gostei muito de conhecer o Renato, achei que tinha bons interesses, vontade de fazer uma coisa nova. Isso (a agência) não significa um bombardeio à fé por ser comercial”, brinca Jonas. 

O pastor também é conhecido por ser pai da atriz Lídia Brondi (Wikipédia) e pelos inúmeros programas de que participou na TV Educativa, além dos 28 livros que publicou.
Jonas está casado pela quarta vez e é pai de seis filhos. Ele afirma não ter ideia de quantos casamentos realizou. “Não tenho uma estatística. Mas também não me interesso muito por números. Com certeza foram muitos”.
O pastor acredita que o crescimento do número de cerimônias feitas por ele é pelo fato de a igreja católica proibir casamentos fora da igreja. “Muitos noivos preferem já fazer a celebração e a festa no mesmo lugar”, acredita.
Embora siga a doutrina da Igreja Presbiteriana, ele tem uma postura que poderia ser considerada liberal, pois é conhecido por ser pioneiro nas celebrações ecumênicas e, por isso, é especialmente querido na comunidade judaica. “Com os judeus eu fazia o possível para ser elástico. Punha uma túnica sem identificação de fé, de nada, não falava nomes cristãos para não embaraçar e, como a Bíblia tem o Velho Testamento, que é comum aos judeus, usava esses textos”, conta Jonas.
Ele diz que não chegou a fazer celebrações com cultos afro e afirma que gostaria de ter dado mais atenção ao espiritismo. “Não cheguei a fazer não por preconceito. Mas não era a minha praia. Hoje em dia o espiritismo é muito respeitado, tem uma palavra que deve ser ouvida”, afirma o pastor, que não poupa elogios a Chico Xavier.
“Depois dos filmes sobre Chico Xavier o povo tomou consciência de que aquilo não era uma brincadeira. Era uma pessoa séria, com uma folha de serviços enorme e com algumas demonstrações de desenvoltura em certos setores que o sacerdote comum não tem penetração”, pondera.
Jonas encerrou sua entrevista dando uma dica às próximas gerações de celebrantes; não ser dogmático. “Isso não significa não ter princípios. É não ter a pretensão de ser o dono da verdade, respeitar os que são de um lado diferente porque eles também estão lutando como nós pela implantação de um mundo melhor e mais coerente para os nossos filhos”.

Comentários:  

freitas:- "CHICO Xavier é um ser humano a ser adimirado por qualquer um de nós, pois mesmo sendo escritor com livros traduzidos em quase todos os idiomas existentes no mundo, viveu de maneira simples sem tirar um centavo sequer de ninguém, sendo sustentado por sua humilde aposentadoria. ele deixou uma lição de vida e muitos pastores que pregam o cristianismo deveriam imitá-lo na condução de seus rebanhos, ao invés de tirar dinheiro dos pobres coitados".

 

http://noticias.gospelprime.com.br/pastor-se-compara-a-santo-antonio-e-diz-admirar-chico-xavier/

  No livro   " Iniciação ao Espiritismo "  , de Therezinha Oliveira, consta um ótimo texto sobre como se dá a ação do mundo espiritual sobre o nosso, através dos "fluidos".

Este texto foi expandido e adaptado juntamente com os Parágrafos do cap. XIV do livro "A gênese", de Allan Kardec.

Um fluido é uma substância que se deforma continuamente quando submetida a uma tensão de cisalhamento, não importando o quão pequena possa ser essa tensão. Um subconjunto das fases da matéria, os fluidos incluem os líquidos, os gases, os plasmas e, de certa maneira, os sólidos plásticos. Os fluidos compartilham a propriedade de não resistir a deformação e apresentam a capacidade de fluir (também descrita como a habilidade de tomar a forma de seus recipientes)
  Wikipedia  

O estudioso do Espiritismo precisa lembrar constantemente o quão defasado está a doutrina nos conceitos científicos. Natural, posto que Kardec os estabeleceu por volta de 1857. Naquele tempo estavam descobrindo os fenômenos do magnetismo e outras forças que atuam de forma invísível para nós, e intuiu-se que o espaço vazio (que nós chamamos de ar) deveria conter algum elemento que fizesse uma ponte entre o imã, por exemplo, e o ferro. Surge aí a Teoria do Fluido Cósmico Universal, que já foi descartada pela ciência e, mais recentemente, readotada com reservas. Por isso, procurem entender a palavra "Fluido" no contexto daquela época, e tendo em mente que a mesma idéia, aplicada a algo espiritual, é reconhecidamente imprecisa:

Os elementos fluídicos do mundo espiritual escapam aos nossos instrumentos de análise e à percepção dos nossos sentidos, feitos para perceberem a matéria tangível e não a matéria etérea. Alguns há, pertencentes a um meio diverso a tal ponto do nosso, que deles só podemos fazer idéia mediante comparações tão imperfeitas como aquelas mediante as quais um cego de nascença procura fazer idéia da teoria das cores
  Allan Kardec ;  A Gênese  
Mas é o que temos, então vamos lá:

Os espíritos vivem numa atmosfera fluídica (de fluidos). Dela extraem o que lhes é necessário e agem sobre os fluidos do seu ambiente (Comparativamente, na Terra estamos envoltos pela atmosfera e vivemos em meio a substâncias materiais, que usamos e sobre elas agimos).

Agindo sobre os fluidos, os espíritos influem sobre si mesmos e sobre outros espíritos, e também sobre o mundo fluídico e o mundo material.

QUALIDADE DOS FLUIDOS

Os fluidos em si são neutros. O tipo dos pensamentos e sentimentos do espírito é que lhes imprime determinadas características. Sendo assim, do mesmo jeito que há água pura ou impura para consumo, a pureza ou impureza dos sentimentos do emissor dos fluidos é que determinará a qualidades boa ou má dos fluidos, através da vibração. Os maus pensamentos corrompem os fluidos espirituais, como os miasmas deletérios corrompem o ar respirável. Lembrando que "bom" e "mau" dependem do uso do pensamento. Um copo de água (fluido) com açúcar (pensamento) pode ser bom quando usado pra acalmar alguém, mas mau quando dado a uma pessoa diabética.

Os fluidos iguais se combinam; os fluidos contrários se repelem; os fracos cedem aos mais fortes; os bons (de alta vibração) predominam sobre os maus (de baixa vibração). Os fluidos se reforçam em suas qualidades boas ou más pela reiteração do impulso correspondente que recebem do espírito. As condições criadas pela ação do espírito nos fluidos podem ser modificadas por novas ações do próprio espírito ou por ações de outros espíritos.

COMO AGEM?

É com o pensamento e a vontade que o espírito age sobre os fluidos. Ele os dirige, aglomera, dá-lhes forma, aparência, cor e pode até mudar suas propriedades. É a grande oficina ou laboratório da vida espiritual. A ação dos espíritos sobre os fluidos pode até ser inconsciente, porque basta pensar e sentir algo para causar efeitos sobre eles. Mas também pode o espírito agir conscientemente sobre os fluidos, sabendo o que realiza e como o fenômeno se processa.

Algumas vezes, essas transformações resultam de uma intenção; doutras, são produto de um pensamento inconsciente. Basta que o Espírito pense uma coisa, para que esta se produza, como basta que modele uma música, para que esta repercuta na "atmosfera espiritual". É assim, por exemplo, que um Espírito se faz visível a um encarnado que possua mediunidade para tal, sob a aparência que tinha quando vivo na época em que o segundo o conheceu, embora haja ele tido, depois dessa época, outras encarnações. Apresenta-se com o vestuário, os sinais exteriores - enfermidades, cicatrizes, membros amputados, etc. - que tinha então. Isso não quer dizer que ele permaneceu coxo, ou com cicatriz no espírito, mas sim que o espírito, retrocedendo o seu pensamento à época em que tinha tais defeitos, fez seu perispírito assumir instantaneamente as aparências, que deixam de existir logo que o mesmo pensamento cessa de agir naquele sentido. Se, pois, de uma vez ele foi negro e branco de outra, apresentar-se-á como branco ou negro, conforme a encarnação a que se refira a sua evocação e à que se transporte o seu pensamento. Da mesma forma, o pensamento cria fluidicamente os objetos que ele esteja habituado a usar. Um avarento aparecerá com ouro, um militar trará suas armas e seu uniforme, um fumante o seu cachimbo, etc. Para o Espírito, que é, também ele, fluídico, esses objetos são tão reais como o eram, no estado material, para o homem vivo; mas, por serem criações do pensamento, a existência deles é tão fulgaz quanto for o próprio pensamento.

CORPO FLUÍDICO

O perispírito, ou corpo fluídico dos Espíritos, é um dos mais importantes produtos do fluido cósmico; é uma condensação desse fluido em torno de um foco de inteligência (a alma). Também o corpo carnal tem sua origem nesse mesmo fluido condensado e transformado em matéria tangível. No perispírito, a transformação molecular se opera diferentemente, porquanto o fluido conserva a sua imponderabilidade e suas qualidades etéreas. Mas ambos são matéria, ainda que em dois estados diferentes.

Do meio onde se encontra é que o Espírito extrai o seu perispírito, isto é, esse envoltório ele o forma dos fluidos ambientes. Ou seja, digamos que em Júpiter exista uma população de Espíritos. Eles terão outra constituição "material" composta a partir dos elementos daqueles ambiente. Ora, assim como não poderíamos existir naquele mundo apenas com o nosso corpo carnal, também os Espíritos daqui não poderiam nele penetrar com o perispírito terrestre que os reveste. Emigrando da Terra, o Espírito deixa aí o seu invólucro fluídico e toma outro apropriado ao mundo onde vai habitar.

A natureza do corpo fluídico está sempre em relação com o grau de adiantamento moral do Espírito. Os Espíritos inferiores não podem mudar de envoltório a seu bel-prazer, pelo que não podem passar, a vontade, de um mundo para outro. Infelizmente há muitos que, de tão grosseiros, possuem um perispírito tão "pesado" que eles se sentem como que ainda encarnados na Terra (e muitos juram estar vivos, como um certo personagem do filme "O sexto sentido"). Esses Espíritos permanecem na superfície da Terra, como os encarnados, julgando-se entregues às suas ocupações terrenas. Os Espíritos superiores, ao contrário, podem vir aos mundos inferiores, e até encarnar neles. Tiram dos elementos constitutivos do mundo onde entram os materiais para a formação do envoltório fluídico ou carnal apropriado ao meio em que se encontrem. Fazem como o nobre que se despe temporariamente das suas vestes para envergar trajes plebeus, sem deixar por isso de ser nobre.

O corpo fluídico de um Espírito também se modifica com o progresso moral que este realiza em cada encarnação, embora ele encarne no mesmo meio, ou seja, Espíritos superiores, encarnando excepcionalmente, em missão, num mundo inferior, têm perispírito menos grosseiro do que os Espíritos "naturais" desse mundo.

EFEITOS NO PERISPÍRITO E NO CORPO

O perispírito absorve com facilidade os fluidos externos porque tem idêntica natureza (também é fluídico). Absorvidos, os fluidos agem sobre o perispírito, causando bons ou maus efeitos, conforme seja a sua qualidade.

No caso de um espírito encarnado (como nós), o perispírito, que nos interpenetra, irá reagir sobre o organismo físico, com o qual está em completo contato molecular. E então, se os fluidos forem bons, produzirão no corpo uma impressão salutar, agradável; se forem fluidos maus, a impressão é penosa, de desconforto. Se a atuação de fluidos maus for insistente, intensa e em grande quantidade, poderá determinar desordens físicas (certas moléstias não têm outra causa senão esta). Isso claro, onde houver conflito de pensamentos bons e maus. Se, ao contrário, a pessoa alimentar em seu íntimo os pensamentos mais cruéis e de baixa vibração, sentir-se-á bastante satisfeita com pensamentos semelhantes e incomodada com vibrações harmoniosas e elevadas. Entretanto, como vimos, os pensamentos de baixa vibração corrompem o fluido, afetando assim o perispírito e o corpo físico (caso ainda o tenha). É preciso, então, conseguir energia vital por outros meios, e o vampirismo é geralmente o método mais usado.

O meio está sempre em relação com a natureza dos seres que têm de nele viver: os peixes vivem na água; os seres terrestres, no ar. O fluido etéreo está para as necessidades do Espírito como a atmosfera para as dos encarnados. Ora, do mesmo modo que os peixes não estão adaptados para viver no ar, e os animais terrestres não podem viver numa atmosfera muito rarefeita para seus pulmões, os Espíritos inferiores não podem suportar o brilho e a impressão dos fluidos mais etéreos. Não morreriam no meio desses fluidos, porque o Espírito não morre, mas uma força instintiva os mantêm afastados dali, como a criatura terrena se afasta de um fogo muito ardente ou de uma luz muito deslumbrante. Eis aí por que não podem sair do meio que lhes é apropriado à natureza; para mudarem de meio, precisam antes mudar de natureza, despojar-se dos instintos materiais que os retêm nos meios materiais. Por isso um habitante do umbral (a crosta da Terra e localidades próximas vibracionalmente) não se adaptaria ao "paraíso" sem passar antes por uma mudança progressiva. Nosso Lar, cidade espiritual tornada famosa nos meios espíritas pela psicografia de Chico Xavier, está localizada no umbral, muito embora não seja gerenciada por seres trevosos. Ela é uma cidade de transição, para que as pessoas se "depurem" emocional e vibratoriamente, mais ou menos como um indígena que nunca viu os "brancos" convém passar por um período de transição em lugar sossegado para se acostumar aos poucos com os costumes "exóticos" dos caraíbas.

Os locais onde superabundam os maus Espíritos são, pois, impregnados de maus fluidos que o encarnado absorve pelos poros perispiríticos, como absorve pelos poros do corpo os miasmas pestilenciais.

AURA

Com os seus pensamentos e sentimentos habituais, o espírito (encarnado ou não) influi sobre os fluidos do seu perispírito e lhes dá características próprias. Está sempre emanando esses fluidos, que o envolvem e acompanham em todos os movimentos. É a sua aura, a sua "atmosfera individual".

Na aura do encarnado, a difusão dos campos energéticos que partem do perispírito envolve-se com o manancial de irradiações das células do corpo. No desencarnado, a aura é resultante apenas das emanações perispirituais.

Conforme o tipo fluídico, as auras se harmonizam ou se repelem. Notem que o Espiritismo não faz muita distinção entre corpos astrais. É espírito (alma) e perispírito (e suas variações). A Teosofia é bem mais rica em identificar os tipos de corpos, cada vez mais sutis, e a separação didática do "eu" do "EU" e "eles" da sua essência Divina (Mônada), embora seja tudo uma coisa só.

SINTONIA

Pelo modo de sentir e pensar, estabelecemos um ajuste de comprimento de onda vibratória entre nós e os que pensam e sentem igual a nós; ou seja, entramos em sintonia com eles; Produzimos também um certo tipo de fluido e os espíritos que produzam fluidos semelhantes poderão, então "combinar" seus fluidos com os nossos, pois estabelecemos assim afinidade fluídica (mediúnica).

Quando oferecemos sintonia e combinação de fluidos para o mal, dizemos que estamos dando "brecha" aos espíritos inferiores. Vigilância e oração evitam ou corrigem a influência negativa de outros sobre nós ou de nós sobre outrem.

Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca

Mateus 26:41

As moscas são atraídas pelos focos de corrupção; destruídos esses focos, elas desaparecerão. Os maus Espíritos, igualmente, vão para onde o mal os atrai; eliminado o mal, eles se afastarão. Os Espíritos realmente bons, encarnados ou desencarnados, nada tem que temer da influência dos maus.

O PASSE

É uma transmissão voluntária e deliberada de fluidos benéficos, de uma pessoa para outra. Seu efeito é: bom, quando o paciente está receptivo e assimila bem os fluidos transmitidos; daí a necessidade de um preparo prévio da mente, da fé e da oração para estar apto a receber bem o passe.

Duradouro, quando o paciente mantém pela boa conduta, pensamento e sentimento o estado melhor que alcançou com o passe. Se a pessoa não modificar para melhor o seu modo de agir, voltará a sofrer desgaste fluídico e desequilíbrio espiritual.

Não peques mais, para que não te suceda algo pior.

João 4:14

http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2007/05/fluidos_espirituais.html

 Bezerra de Menezes  "O Diário de um Espírito"

Globo Repórter

Globo Reporter

Às Sextas e Sábados, a Casa do Caminho, que é a casa de dona Isabel, vira um pronto-socorro movimentado. Raramente alguém que esteja desenganado pela medicina tradicional, depois de passar por esta enfermaria, vai embora sem pelo menos uma esperança.

 

Curas Espirituais 

Sociedade Espiritualista Mata Virgem - AS SETE LINHAS

Para entender um pouco mais a Umbanda devemos conhecer as linhas ou vibrações. Uma linha ou vibração, eqüivale a um grande exército de espíritos que rendem obediência a um "Chefe". Este "Chefe" representa para nós um Orixá e cabe a ele uma grande missão no espaço.
Vejamos quais são as Sete Linhas da Umbanda:
 
1. Linha De Oxalá ( Ou Orixalá )
2. Linha De Yemanjá
3. Linha De Xangô
4. Linha De Ogum
5. Linha De Oxossi
6. Linha De Yori (Ibeiji)
7. Linha De Yorimá (Almas)
 
Estes nomes são sagrados e ancestrais e nomeiam os sete Orixás Maiores da Umbanda. Estes Orixás Planetários são os sete espíritos mais elevados do planeta, e nunca encarnaram aqui.
Os Orixás Maiores não incorporam, eles têm funções de governo planetário. Cada um deles estende suas vibrações e ordenações a mais sete entidades denominadas Orixás Menores e estas, cada uma para mais sete inferiores e assim por diante.

>> Curso de Umbanda  

Sociedade Espiritualista Mata Virgem

Os Mentores de Cura

Quem São

Os mentores de cura trabalham em diversas religiões, inclusive na Umbanda. São muito discretos em sua forma de se apresentar e trabalhar, e estas formas mudam de acordo com a religião ou local em que irão atuar. São espíritos de grande conhecimento, seriedade e elevação espiritual. Alguns deles não demonstram muito sentimento mas mesmo assim têm muita vontade de ajudar ao próximo, com o tempo tedem a evoluir também para um sentimento maior de amor ao próximo.

São extremamente práticos, não aceitando conversas banais ou ficar se extendendo a assuntos que vão além de sua competência ou nos quais não podem interferir, pois não são guias de consulta no sentido ao qual estamos habituados na Umbanda.

Para se ter uma idéia melhor, sua consulta seria o pólo oposto à consulta com um Preto Velho. Normalmente os pretos velhos dão consultas longas, cheias de ensinamentos de histórias, apelando bem para o lado emocional. Já os Mentores de Cura, se dirigem ao raciocínio, buscam fazer o encarnado compreender bem as causas de suas enfermidades e a necessidade de mudança nessas causas, bem como a necessidade de seguirem à risca os tratamentos indicados. Quando precisam passar algum ensinamento o fazem em frases curtas e cheias de significado, daquelas que dão margem à longas meditações.

São espíritos que quando encarnados foram: Médicos, Enfermeiros, Boticários, Orientais (que exercem sua própria medicina desde bem antes das civilizações ocidentais), Religiosos (monges, freis, padres, freiras, etc.), ou exerceram qualquer outra atividade ligada a cura das enfermidades dos seres humanos, seja por métodos físicos, científicos ou espirituais.

Métodos de Trabalho

Cada guia tem sua forma de restituir a saúde aos encarnados, normalmente se utilizam de meios dos quais já se utilizavam quando encarnados, mas de forma muito mais eficiente, pois após chegarem ao plano espiritual puderam aprimorar tais conhecimentos. Além disso esses espíritos aprenderam a desenvolver a visão espiritual, através da qual podem fazer uma melhor anamnese (diagnóstico) dos males do corpo e da alma.

Aliados aos seus próprios métodos individuais eles se utilizam de tratamentos feitos pelas equipes espirituais ou ministrados pelos encarnados com auxílio do plano espiritual.

Alguns deles são:

Cirurgia Espiritual

É realizada pelo mentor de cura incorporado ao médium. E envolve a manipulação do corpo físico através das mãos do médium, podendo ou não haver a utilização de meios cirúrgicos elementares (cortes, punções, raspagens, etc...). O maior representante deste método de trabalho no Brasil é o espírito do Dr. Fritz, mas este método é utilizado em diversas culturas e religiões.

Cirurgia Perispiritual

É realizada diretamente no perispírito do paciente, com ou sem a colaboração de um médium presente, costuma ser realizada por uma equipe espiritual designada especificamente para cada caso e ser feita em dia e horário pré determidados.

Visita Espiritual

É realizada por uma equipe espiritual, que visita o paciente no local onde ele estiver repousando, também com um dia e hora predeterminados. Na visita, darão passes, farão orações, etc...

Cromoterapia

É indicada pelos mentores de cura e aplicada por médiúns que conheçam o método de aplicação. Atua no corpo físico e no duplo etérico. Muito utilizado para males de origem emocional.

Fluidoterapia

É indicada pelos mentores de cura e aplicada por médiúns que conheçam o método de aplicação. Atua no corpo físico e no perispírito.

Reiki

É indicada pelos mentores de cura e aplicada por médiúns que conheçam o método de aplicação. Atua no corpo físico e no duplo etérico. Muito utilizada para males de origem emocional ou psíquica e para realinhamento de chacras.

Homeopatia

Indicada e receitada pelos mentores espirituais. As fórmulas são feitas normalmente por laboratório de manipulação homeopáticos. E devem ser tomados de acordo com o determinado.

Outros

Fora estes tratamentos, também podem ser utilizados, florais de Bach, cristaloterapia, chás, aromaterapia, acumpuntura, do-in, etc...

Em alguns casos os guias também indicam dietas, alimentos a serem evitados ou ingeridos para melhoria da saúde geral.

OBS: Para o momento da  visita espiritual  e cirurgia espiritual: O paciente deverá vestir-se e deitar-se com roupas claras (de preferência branca); ficar num ambiente calmo, com pouca luz e colocar ao lado um copo d’água para ser bebida após o tratamento.

Após a visita e a cirurgia, o paciente deverá manter-se em abstenção por mais 6 horas, para que a energia doada seja melhor absorvida.

Como interagem com os médiuns

Incorporação

É muito sutil e dificilmente inconsciente a incorporação dos mentores de cura. Muitas vezes atuam apenas na fala e só assumem o controle motor quando necessário.

Intuição

Alguns mentores trabalham com seus médiuns apenas pela via intuitiva, indicando as providências a tomar e tratamentos. Neste caso, é necessário um grande equilíbrio e desenvolvimento do médium, para que o mesmo não atrabalhe nas indicações dadas pelo mentor.

Psicografia (Receitistas)

Funciona da mesma forma que a psicografia comum, mas os espíritos comunicantes costumam psicografar receitas de tratamentos e medicamentos (que em alguns casos podem até mesmo ser da medicina comum).

Equipes Espitituais

Cirúrgicas

São formadas da mesma forma que as equipes cirúrgicas do plano material, compostas de cirurgião, assistente, anestesista, instrumentista, enfermeiros, etc... Apnas diferem no que se refere aos instrumentos e tecnologia utilizados. Incluindo também a aplicação de passes e energias associados a intervenção cirúrgica.

De Oração

Formadas normalmente por espíritos religiosos, acostumados às preces quando encarnados. Estas equipes se reúnem junto ao paciente em uma corrente de orações com finalidade de equilibrar o mental e emocional do paciente e também de buscar energias dos planos superiores. Como efeito adicional, a prece tende a elevar a energia gelal do ambiente onde está o paciente, asiim como dos encarnados que estam atuando junto ao mesmo.

De Proteção

Quando o mal físico está associado a interferência de espíritos inferiores, essas equipes fazem a proteção do paciente, enquanto o mesmo é tratado nas cirurgias ou visitas, ou enquanto está seguindo as recomendações indicadas pelos mentores de  cura.

De Passes (passe espiritual)

Seu trabalho é realizado em sua maior parte durante as sessões de cura e durante as visitas espirituais. Dando passes no paciente, nos asistentes e nos médiuns; antes, durante e após a sessão.

De Apoio

Estas equipes atuam levantando o histórico do paciente diretamente no seu campo mental, preparando-o através da intuição para a consulta, estimulando-o através do pensamento a reeducar hábitos nocivos, a mudar as situações que estejam prejudicando a própria saúde, inspirando-os força de vontade para continuar os tratamentos e seguir as recomendações e dietas.

O que curam e o que náo curam

Males Físicos

A maior parte dos males físicos de que os encarnados sofrem, são causados pelos maus hábitos, vícios e má alimentação. Os mentores nestes casos se utilizam das diversas terapias para a cura mas principalmente esclarecem ao encarnado quanto a órigem de tais males, sugerindo dietas, o abandono ou diminuição dos vícios e mudança de hábitos. Nestes casos a cura definitiva só pode ser obtida com a plena conscientização do paciente e com a sua força de vontate e compromisso na obtenção do equilíbrio orgânico.

Males Mentais

Parte dos males mentais (depressão, angústia, apatia) são causados por obsessores, mas a maior parte deles tem por origem a própria atitude mental do paciente. Pensamentos negativos atraem energias negativas, que quando se tornam constantes e intensas podem se materializar no corpo físico na forma de doenças. Males como: úlceras, enchaquecas, hipertensão, problemas cardíacos, e até mesmo algumas formas de câncer podem ser provocados pela mente do pacinte, quando esta se encontra tomada por pensamentos negativos.

Também neste caso os mentores além de indicarem os tratamentos apropriados, esclarecem ao paciente quanto a necessidade de mudar a atmosfera mental, com objetivo de não ficar atraindo continuamente energias desequilibrantes, costumam também sugerir passeios por locais da natureza e o hábito da prece como forma de atrair energias novas e regeneradoras.

Males Kármicos

Os males kármicos se caracterizam por doenças incuráveis (fatais ou não) tanto pela medicina alternativa, quanto por terapias alternativas ou por meios espirituais. Nestes casos o tratamento visa o alívio do paciente ou ampará-lo emocionalmente para que sua atitude mental não tome o rumo da revolta ou do desespero.

As doenças karmicas são males que escolhemos antes de encarnar como forma de resgatarmos erros passados. Típicos males kármicos são: Cegueira de nascença, mudez, Idiotia, Eplepsia, Sindrome de Down, Más-Formações do corpo físico, etc. Na maior parte são males de nascença, embora algumas doenças possam ter sido “programadas” para surgir em determinada época da encarnação.

Nestes casos os mentores não podem (e nem deveriam) curar o corpo, pois através do padecimento deste é que o espírito está resgatando suas faltas e aprendendo valiosas lições para sua evolução e crescimento.

Males Espitituais

São aqueles causados pela atuação dos espíritos (obsessores, vampirizadores, etc.) e que se refletem no corpo físico. Nestes casos os mentores cuidam do corpo físico enquanto o paciente é tratado também em sessões de desobsessão, descarrego, etc.

Ou seja os mentores com as terapias à seu alcance minimizam e atenuam os males causados ao corpo físico enquanto o paciente é tratado na origem espiritual do mal de que sofre.

Quando o paciente se vê livre da presença espiritual nociva, os mentores costumam ainda continuar com os tratamentos visando reparar os males que já haviam sido causados ao organismo, até que ele retorne ao seu equilíbrio.

A Sessão de Cura (O visível e o Invisível.)

Os Pacientes

O paciente deverá abster-se de bebidas alcoólicas, café, cigarro, carnes de origem animal e sexo, 24 horas antes da consulta, da visita e da cirurgia espiritual.

A Preparação

Muito tempo antes dos portões da casa espírita se abrirem ou dos médiuns chegarem, o ambiente destinado aos tratamentos já está sendo limpo e preparado.

Os procedimentos começam com o isolamento da casa espírita que é cercada por equipes de vigilantes espirituais (os exus), que impedem a entrada de espíritos perturbadores e fazem a limpeza fluídica dos encarnados que chegam. Caso seja nessessário, podem provocar até mesmo um mal estar ou utra situação de forma a afastar as pessoas que venham a casa espiritual com má intenção ou envolta em fluidos que possam perturbar os trabalhos.

Logo após se procede a limpeza do ambiente interno da casa e em seguida há uma energização do ambiente. Em paralelo a isto, alguns espíritos trazem até o ambiente alguns fluidos extraídos da natureza, para serem utilizados posteriormente no tratamento dos pacientes.

Em seguida a isso vão chegando a casa os mentores com suas equipes de trabalho de forma a se reunirem e fazerem o planejamento dos trabalhos a serem executados.

Fora da casa espírita, os médiuns que irão ser veículo dos mentores, devem estar se preparando física e mentalmente para os trabalhos, e já estão sendo magnetizados e preparados pelo plano espiritual de forma a terem maior sintonia com os mentores.

Quando os médiuns chegam a casa, continuam sendo preparados pelas equipes espirituais. E enquanto cuidam do ritual (incensos, cristais, velas, etc.) vão entrando em sintonia com o plano espiritual. A preparação termina com a prece de abertura, onde o pensamento dos encarnados e desencarnados se une numa súplica ao Divino Médico para que ele interceda por todos.

Após isso os mentores de cura se manifestam e dão sua mensagem indvidual para o início dos trabalhos.

A Mesa

A mesa da sessão de cura é composta por 3 ou 4 médiuns que devem se manter em concentração/oração durante todo o tempo em que estiverem compondo a mesa, e só devem romper a concentração após a partida de todos mentores que estiverem trabalhando.

A mesa funciona como um ponto focal de energias, é através da mesa que chegam as energias e ordens de mais alto e são distribuídas às equipes. Por ser um local onde existe alta concentração/oração é o ponto para onde convergem as energias mais puras e mais sublimes da sessão de cura. Eventualmente, podem se manifestar à mesa algum mentor de cura, ou algum dos médiuns pode ser utilizado em alguma psicografia (por isso mesmo é interessante manter lápis e papel á mesa).

Na mesa também fica a água a ser fluidificada e o nome de algumas pessoas que receberão irradiação.

Os Médiuns

Os médiuns que não estiverem trabalhando com seus mentores, compondo a mesa ou atuando como cambonos dos mentores devem manter o silêncio a concentração e a oração.

Devem utilizar esse momento para permitir que seus próprios mentores os preparem para futuramente trabalharem com eles. E ter também consciência de que toda a energia positiva que estiverem atraindo para os trabalhos de cura através de sua concentração/oração estará sendo amplamente utilizada pelos mentores e pelas equipes de cura para levar a caridade a todos os que estiverem sendo tratados.

O Encerramento

No encerramento, os mentores de cura dão suas mensagens finais e partem. Neste momento os médiuns que compõem a mesa também pode romper a concentração. Todos os médiuns tomam da àgua fluidificada que está na mesa. E caso o digigente julgue conveniente, pode efetuar a leitura de alguma mensagem que porventura tenha sido psicografada.

No plano espiritual, o trabalho ainda continua, com distribuição de serviço entre as equipes espirituais. Somente após a saída de todos os médiuns e com o encerramento dos trabalhos de cura no plano espiritual é que a corrente dos vigilantes (exus) se desfaz. Embora a casa continue sendo vigiada, apenas não de forma tão ostensiva.

Você Aprendeu:

Quem são os Mentores de cura. Quais seus métodos de trabalho. Como eles interagem com os médiuns. Como se compõem as equipes espirituais e qual sua forma de atuar. Os tipos de males que os mentores de cura podem ou não curar, e porque. Como se processa a sessão de cura nos plano físico e espiritual.

Enviado por: Francisco Carlos Amaral - francarloscantor@hotmail.com

Imagem: Sociedade Espiritualista Mata Virgem - SEMAV  Facebook

Candomblé e umbanda   

Religiões africanas e sincretismo religioso  >> Heidi Strecker
 

Quem trouxe o candomblé para o Brasil foram os negros que vieram como escravos da África. Entre eles se destacavam dois grupos: os bantos (que vinham de regiões como o Congo, Angola e Moçambique) e os sudaneses, que vinham da Nigéria e do Benin (e que são os iorubas, ou nagôs, e os jejes).

Porém, a religião oficial no Brasil era o catolicismo, trazido pelos brancos, de origem portuguesa. O candomblé - culto africano que se tornou afro-brasileiro - era encarado como bruxaria. Por isso era proibido e sua prática reprimida pelas autoridades policiais. Assim, os negros passaram a cultuar suas divindades e seguir seus costumes religiosos secretamente. Para disfarçar, identificavam seus deuses com os santos da religião católica. Por exemplo, quando rezavam em sua língua para Santa Bárbara, estavam cultuando Iansã. Quando se dirigiam a Nossa Senhora da Conceição, estavam falando com Iemanjá. Esse processo foi chamado de sincretismo religioso.


Candomblé


O candomblé tem rituais muito bonitos, realizados ao ritmo de atabaques e cantos em idioma ioruba ou nagô, que variam conforme o orixá que está sendo cultuado. As cerimônias do candomblé são realizadas nos "terreiros" - que hoje são casas ou templos, mas expressam no nome suas origens: era em clareiras na mata que os escravos podiam expressar sua religiosidade. Os ritos são dirigidos por um pai de santo (que tem o nome africano de babalorixá) ou uma mãe de santo (ialorixá). Também são feitas oferendas e consultas espirituais através do jogo de búzios (um tipo de concha do mar que é usada como um oráculo para orientar e fazer previsões). Atualmente, os terreiros de um candomblé mais próximo as suas origens estão na Bahia.
Com o tempo, essa religião africana praticada no Brasil foi adquirindo características próprias. O candomblé de caboclo, por exemplo, é um ritual que incorpora elementos da cultura caipira e dos índios.


Umbanda


No início do século 20, algumas décadas depois da abolição da escravatura no Brasil, originou-se na cidade de Niterói, no Rio de Janeiro, um culto afro-brasileiro muito importante: a umbanda. Ela incorpora práticas do candomblé, do catolicismo e do espiritismo. É um culto mais brasileiro, mais simples e mais popular, até porque seu idioma é o português e não as línguas ou dialetos africanos. Mas a umbanda também sofreu perseguições. Muitos terreiros foram invadidos pela polícia e os rituais foram proibidos.

No entanto, com a Proclamação da República, a Igreja e o Estado se separaram. A partir daí, tornou-se um contra-senso a polícia discriminar uma religião. Além disso, com o movimento modernista e a valorização da cultura popular, as religiões afro-brasileiras tornaram-se objeto de interesse e estudo de intelectuais que saíram em sua defesa.

Desse modo, a umbanda deixou de ser perseguida e foi conquistando muitos seguidores. Para a umbanda, o universo está povoado de entidades espirituais que são chamadas guias e se comunicam através de uma pessoa iniciada, o médium. As guias se apresentam como pomba-gira, caboclo ou preto-velho. O caboclo é a representação do índio brasileiro e o preto-velho representa o negro no cativeiro. Existem muitas diferenças na maneira como a religião é praticada nos diversos templos e terreiros de umbanda e nas diversas regiões do Brasil.

Heidi Strecker

http://educacao.uol.com.br/cultura-brasileira/candomble-e-umbanda-religioes-africanas-e-sincretismo-religioso.jhtm

LIBELO (<< *ver)   EM DEFESA DA AUM+BANDA

Introdução

Não raro, em rodas de bate-papo ou mesmo em alguns livros que circulam no mercado editorial, deparamos com críticas ferrenhas a este credo, cujas raízes mais ocultas são totalmente ignoradas até mesmo pelos que a professam, o que se explica pelo misérrimo número de obras sérias a seu respeito. Pior do que isso é constatar, não sem alguma tristeza, que ao lado dos livros que condenam a AUM+BANDA existe uma infinidade de outros que praticam a deletéria arte da desinformação, dando aos leitores toda uma coorte de subsídios falsos e, até, indignos de serem publicados por um editor sério.

Com as obras "A UMBANDA NO BRASIL" e "O ESPIRITISMO NO BRASIL" o famigerado Frei Boaventura Kloppenburg, com autorização papal e com o régio subsidio da Santa Sé, sentou o pau tanto num como noutro credo, procurando demolir tanto o Umbandismo como o Kardecismo, a ninguém poupando nessa acalorada sanha combativa, nem mesmo a Chico Xavier, sobre o qual assacou as mais pérfidas calúnias. Ambos os livros são grossos, com mais de 400 páginas cada um, aliadas a uma farta messe de fotos e citações eruditas. Como se isso não bastasse o trêfego sacerdote também investiu, através de obras menores, contra os Rosacruzes, os Maçons, o Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento, a LBV, a Associação Cristã de Moços (ACM). a Teosofia, a Quiromancia e a Astrologia, através de uma série de opúsculos chamada "Vozes em Defesa da Fé", em cujo contexto ainda inseriu uma defesa safadíssima dos nobres motivos que levaram aos julgamentos da "Santa" Inquisição. Mais tarde, hoje sucedendo a Frei Boaventura, provavelmente já falecido ou em retiro remunerado, temos a ridícula presença, tanto na mídia como no mercado editorial, do famigerado Padre Quevedo, cujo passatempo predileto, à falta de melhor coisa, é o ataque a tudo que seja paranormal, mas não pertença ao elenco dos santos católicos. Seu livro clássico, ainda hoje consultado pelos ateus e os desconfiados, é "A FACE OCULTA DA MENTE" ,onde ele em 414 páginas "prova" por A + B que todos os fenômenos paranormais são fruto da hiperestesia do inconsciente, um termo que ele pariu para retirar o caráter sobrenatural de todas as manifestações oriundas de pessoas que não professassem a fé católica. A tal ponto foi o seu desvario místico que os argumentos "científicos" por ele usados em sua obra colocaram em cheque a própria figura do Cristo, razão pela qual foi chamado em particular pelas autoridades eclesiásticas a que estava subordinado, a fim de abrandar um pouco o tom da sua argumentação, já que suas explicações estariam prejudicando até os milagres, prodígios e fatos insólitos que faziam parte da história dos santos católicos. Na mesma época (década de 60) o famoso Cardeal Lépicier publicava um livro chamado "O MUNDO INVISÍVEL", com imprimatur papal onde discorria sobre o hipnotismo e a telepatia como "obras do Demônio".

Diante destes e de outros fatos paralelos é que decidimos escrever sobre a AUM+BANDA até porque ela carece de obras sérias a respeito dos seus mistérios, exceção feita ao nobre Professor MATTA E SILVA (Mestre Arapiraca), cuja obra "UMBANDA DE TODOS NÓS" levanta com elegante dignidade uma pequena ponta do véu que encobre essa religião tal como a conhecemos. Por dever de justiça, é digna também de aplausos a obra "A MAGIA NO BRASIL" de Waldemar Bento, infelizmente hoje esgotada pelo fato de sua tiragem ter sido muito reduzida exatamente para que os poucos exemplares publicados chegassem apenas às mãos certas de alguns leitores seletos e preparados para as revelações ali veiculadas.

Infelizmente, grande parcela da culpa que responde pelas críticas à AUM+BANDA repousa no mau uso que dela fazem os próprios profitentes, em sua maioria pessoas simples, de pouca cultura, hábitos nem sempre exemplares e escassa educação. Essas pessoas são a pior propaganda da AUM+BANDA, porque, com o maior despudor e com a maior cara de pau, afirmam, por exemplo, que são briguentas porque são filhas de OGUM, que são poligâmicas porque são filhas de XANGÔ ou que não param com homem algum porque são filhas de IANSÃ. As mais assanhadas explicam sua própria prostituição pela presença constante, segundo elas, de uma BOMBOGIRA ao seu lado, que as impele a repetidos coitos. Essas pessoas mentalmente destrambelhadas transformam seus orixás em bodes expiatórios muito convenientes para os seus delitos e certamente nem coram de vergonha porque sofrem de "anemia moral". Graças ao comportamento de tais pessoas e às lendas que passam umas às outras como autênticas dentro do panteão africano o que sobra para a AUM+BANDA no final de tudo isso é uma verdadeira cornucópia de vexames abominados por qualquer pessoa de bem.

Outro costume bastante grave é a utilização direta dos exus sem a mediação de uma entidade de luz, seja essa entidade um caboclo ou um preto-velho. Em tais circunstâncias o exu, que ainda é um espirito atrasado, fica inteiramente solto e sem ninguém a quem prestar contas pelo que fez ou se propôs a fazer. Ele, então, pede em troca do favor pedido o que bem entende ou é ditado pela sua "gula". Isoladamente e sem estarem inseridos numa gira (sessão) comandada por uma entidade de luz eles reincidem nos mesmos erros e atrasam a sua jornada em direção à Luz. Agora perguntamos: quem é, em tais casos, o verdadeiro culpado? Será o exu agindo ao arrepio da luz e dentro da sua inferioridade passageira ou o(a) consulente que lhe vai pedir absurdos ou maldades?

As pessoas que só gostam de falar com exus isolados e fora de uma gira própria e controlada criam obstáculos para a evolução do exu e, na verdade, procurando benefícios, estão trazendo prejuízos para ele. Infelizmente, por defeito nosso e de mais ninguém, as giras de exu são as mais procuradas pelas pessoas que nunca souberam direito o que é a AUM+BANDA, o que acaba refletindo para o público leigo uma imagem errônea ou altamente equivocada sobre essa magnífica religião.

Garimpando Mistérios

Para que possamos ter, pelo menos, um leve vislumbre do que vem a ser a AUM+BANDA é preciso garimpar mistérios e recuar muito na História. Precisa também estar equipado de alguns conhecimentos básicos de Esoterismo e Magia, a fim de extrair dos sinais grafados pelas entidades da AUM+BANDA o seu precioso e secreto sentido hermético.

Preferimos escrever AUM+BANDA ao invés de UMBANDA porque a sua etimologia mais oculta recomenda que revelemos, de antemão, a sua origem sonora baseada na sílaba mística AUM, sílaba essa que o ouvido atento pode encontrar levemente velada em muitos dos pontos cantados nos terreiros. Esses "pontos cantados" ocultam essa sílaba na ordenação das letras que, em si mesmas, chegam a ser simplórias e, até, tolas. No entanto, ao serem entoadas como cânticos, elas levam embutida essa sílaba sagrada, que, ao vibrar, faz estremecer o plexo solar, situado em cima do estômago, mas por baixo do qual se encontra o poderoso chakra SVADISTHANA com suas pétalas vermelhas e verdes. Este chakra é o chakra da mediunidade, razão pela qual muitos médiuns, sejam eles da Umbanda ou não, encontram nele seu ponto de maior excitação psíquica, o que, por vezes, se reflete no físico sob a forma de dor ou enjôo. É sobre ele que incide a vibração tanto de guias de luz como de obsessores. É também o ponto de convergência de nossas simpatias e antipatias. Nos processos epilépticos ele é o ponto de convergência da vibração da entidade trevosa responsável pelo ataque, sendo todo o resto mero efeito nervoso manifestado pelas contorções e mãos crispadas do atacado. Caso os leitores não saibam, em paralelo com todos os ataques epilépticos há sempre o concurso secreto de uma entidade do Astral Inferior, entidade essa que pode ser detectada ao lado do corpo contorcido por um(a) vidente autêntico.

Passando pela sílaba sagrada AUM que lhe é fundamental, sílaba essa que deriva do PODER CRIADOR ou do SOM PRIMORDIAL, a AUM+BANDA prossegue a sua trilha mágica através do traçado com pemba branca ou de outras cores daquilo que passou a ser conhecido como ponto riscado, o qual, na verdade, é um conjunto harmônico e bem equilibrado de símbolos esotéricos de relevante importância que ali se acham combinados para funcionar como centro de atração das forças cósmicas correspondentes ao trabalho de magia que vai ser realizado pela entidade comunicante. Para iluminar esse ponto duas diferentes luzes vibram, ao mesmo tempo, no físico e no astral: a luz de uma vela (ou lamparina de azeite de oliveira) e a brasa do cigarro, charuto ou cachimbo que, conforme a entidade comunicante, estejam sendo utilizados na hora da manifestação.

Visto desse modo, o ponto riscado representa não apenas o conjunto de forças mágicas convidadas a participar do trabalho de caridade, mas também funciona como a "carteira de identidade" do espírito ali presente. Riscado o ponto, é como se o obreiro da AUM+BANDA dissesse: "Eu sou quem sou e vou trabalhar com este conjunto de forças mágicas".

JEAN RIVIÈRE, autor francês famoso por suas pesquisas religiosas em terras tibetanas, mostra-nos em um de seus livros vários mandalas traçados no Teto do Mundo onde reconhecemos, sem grandes dificuldades, os mesmos símbolos grafados na AUM+BANDA. Ali estão, além de letras sagradas e de nomes de poder, os mesmos pentáculos tão comuns na Magia, inclusive a suástica em sua versão autêntica e os famosos "garfos de exu" (tridentes) que, analisados mais profundamente, correspondem a determinada letra grega (psi), cuja ordem seqüencial a coloca curiosamente entre o alfa e o ômega daquele alfabeto, isso sem falar nos vários sinais mágicos que podemos encontrar, apenas a título de exemplo, na obra "TRATADO COMPLETO DE ALTA MAGIA, cujo autor tem o pseudônimo oculto de Vasariah, cujo conteúdo contempla uma coleção de grandes pentáculos e talismãs com os quais a AUM+BANDA aparentemente nenhuma ligação parece ter. Mas ela, de fato, tem! Nos grandes templos e "stupas" do Himalaia o símbolo correspondente ao garfo exu ali se encontra, do lado de fora, como a dizer aos que passam que ali se encontram guardiães invisíveis. Nada mais justo, pois, na AUM+BANDA o exu é um guardião dos trabalhos executados.

A África não é nem nunca foi a origem nem da AUM+BANDA nem do CANDOMBLÉ. Ela, apenas, serviu de ponte para trazer ao Brasil, à América do Norte e aos países caribenhos o seu panteão e aquilo que, por tradição da boca ao ouvido, haviam aprendido dos remanescentes da Raça Negra, raça essa que um dia dominou a Terra. Não foi por "coincidência" nem por acaso que, ao tempo do nascimento de Cristo, este foi visitado não por 3 Reis Magos, mas por 4, cujo quarto representante era JETRO, um árabe retinto. Como os escravos explorados pelo tráfico escravagista vieram de diversificadas regiões do Continente Negro constituiu fenômeno mais do que natural a diferença de rituais entre eles. O panteão africano sofreu modificações e adaptações diversas conforme o país para onde esses escravos foram levados. A mistura da religião dos negros com a religião dos índios criou um credo de características híbridas, o que foi ainda mais agravado pelo falso sincretismo do panteão original com a fé católica, esperteza dos negros para praticarem a sua religião original sob a alegação de uma falsa correspondência com santos consagrados pela Santa Sé.

Essa mistura de crenças foi mais longe. No Haiti o Vodu surgiu como religião dominante e especializou-se na invocação de forças muito ligadas ao cemitério, às quais eles ainda dão o nome de "lois" (leia-se luás) e que são, entre outras entidades, dominadas pelo perigosíssimo BARON SAMEDI, que aparece à vidência como um homem muito alto e magro com rosto de caveira, todo vestido de negro, com a cabeça coberta por uma cartola. Tanto ele quanto as demais entidades do Vodu falam o "créole", uma mistura de Espanhol com Francês. Seus pontos riscados são feitos com farinha de trigo, ao invés de com uma pemba, o que, novamente, não os distancia muito dos mandalas tibetanos que são plasmados à base de pós coloridos. A predominância da Deusa Serpente Dhambala no Vodu, entidade essa que é feminina (-), tem arrastado a maior parte dos voduístas a práticas de Magia Negra, cuja repercussão tem sido muito explorada pelos filmes de terror de Hollywood. O "miolo", no entanto, é verdadeiro e ali há, realmente, a predominância a Magia Simpática (bonecos de pano crivados de alfinetes), bem como a horrenda vivificação de cadáveres a quem damos o nome de zumbis. A força do cemitério predomina no culto vodu.

Voltando ao Brasil, pois é aqui que vivemos, observamos, com muita tristeza, que a verdadeira AUM+BANDA é, além de pouco conhecida, pouco praticada. Ela não teve a sorte, como aconteceu com o Espiritismo, de contar com a colaboração de um Kardec para a sua codificação ou com o trabalho coadjuvante de um Léon Dennis, de um Flammarion ou de um Carlos Imbassahy para citar apenas 3 exemplos de escritores bem conhecidos que trabalharam para consolidar ainda mais a sua doutrina espiritual. Infelizmente, a AUM+BANDA foi deixada ao léu e permitiu-se que interpretação pessoal de cada chefe de terreiro ou babalorixá preponderasse sobre o seu verdadeiro estofo. Essas interpretações diversificadas sobre a doutrina secreta da AUM+BANDA têm criado muitos problemas para os médiuns que engrossam suas fileiras, principalmente quando em fase de desenvolvimento espiritual. A contraparte negra da AUM+BANDA gerou a QUIMBANDA, que só trabalha preponderantemente para o Mal, arrastando para o seu jugo todos aqueles que abrigam sentimentos inferiores em seus corações. Mais ou menos como o que aconteceu com o Protestantismo, desde a aprovação da Teoria do Livre Exame da Bíblia, os adeptos do assim chamado Africanismo ( termo com o qual não concordamos ) ficaram entregues a suas próprias interpretações de seu credo, disso resultando um verdadeiro vulcão de contradições, crendices e distorções das mais repulsivas.

Sendo, por um lado, um misto de manifestações mediúnicas e, por outro, de magia pura não é de estranhar que as entidades da AUM+BANDA lidem com grafias herméticas que exigem o concurso paralelo de rituais de invocação, fixação e proteção.

Os Rituais Mágicos da Aum+Banda

As reuniões da a AUM+BANDA começam com a incorporação do espírito que vai trabalhar não apenas com passes, mas com magias, e, em seguida, o ritual exige que o espirito comunicante trace o seu ponto riscado para fins de sua própria identificação e para o desnudamento velado das forças mágicas que precisa invocar para o bom êxito do seu trabalho. Tais espíritos, na AUM+BANDA, nunca vêm sozinhos e sua presença, por isso, se faz sempre acompanhar de uma numerosa falange de outros trabalhadores menores afinados com a tarefa a ser cumprida. Entre os membros dessa extensa falange acham-se alguns exus, que funcionam como sentinelas ou seguranças, concorrendo assim para o bom êxito da empreitada. A presença e o apoio dos exus nesses trabalhos de caridade confere-lhes, pouco a pouco, a LUZ de que precisam para, algum dia, se transformarem em caboclos. Os exus, a quem preferimos chamar de NOSSOS IRMÃOS MENORES, não são capetas nem servos do Diabo como tantas vezes ouvimos os ignorantes dizerem. São, na verdade, espíritos atrasados, sim, mas a quem as entidades luminosas da AUM+BANDA dão a mão para lhes oferecer uma oportunidade de redenção e iluminação pelo serviço amoroso ao próximo.

Na mesma categoria desses trabalhadores menores acham-se incluídas as falanges de almas (eguns) arrebanhadas principalmente pelos pretos e pretas-velhas na Calunga Grande (o mar) e na Calunga Pequena (o cemitério) para também ajudarem em seus trabalhos. Assim trabalhando, essas almas se iluminam, tomam consciência do seu destino final e se libertam do seu karma de serviço fora do corpo físico. Bem-aventurados sejam, portanto, esses pretos e pretas-velhas que funcionam, no invisível, como verdadeiros pastores de almas...

Nas mãos do homem comum o cigarro, o charuto e o cachimbo podem ser até olhados como vício, mas não quando empunhados e usados pelas entidades da AUM+BANDA. Ali a fumaça gerada tem outros aplicativos e persegue outros objetivos que escapam à observação objetiva. Funcionam, na verdade, como potentes defumadores, sendo muito comum vermos, num terreiro, uma entidade luminosa descarregando um(a) consulente através de passes magnéticos e de sopros de fumaça. Prestando bem atenção ao movimento executado pelos braços e pelas mãos do "cavalo" influenciado pela entidade incorporada qualquer pessoa estudiosa e melhor informada perceberá a criteriosa execução de "mudras" mágicos que muitas vezes podemos observar nas estatuetas orientais, onde a posição dos dedos e dos braços têm um sentido oculto só entendido pelos que se aprofundaram em seu estudo.

A zona incandescente do cigarro, do charuto ou do cachimbo surge também como um ponto luminoso no Astral, indicando o ponto exato em que a entidade está trabalhando.
Essa brasa é também um ponto de atração para as falanges auxiliares e um sinal de que aquele território não pode ser invadido por espíritos zombeteiros ou por outros desocupados do espaço.

As bebidas alcoólicas, que tantas críticas têm merecido por parte dos leigos no assunto, funcionam como tônicos e remédios tanto para o médium como para os consulentes. O efeito alcoólico da bebida é totalmente retirado do médium que, ao cabo da sessão, está firme em suas pernas e sem qualquer cheiro de botequim.

Vale ressaltar, no entanto e por oportuno, que as entidades mais evoluídas da AUM+BANDA não bebem mais bebida alguma porque já atingiram um patamar luminoso que lhes permite obter os mesmos resultados sem esse recurso. Elas, no entanto, permitem que outras entidades de patamar inferior o façam porque reconhecem que um dia foram como elas e sabem que um dia elas subirão de oitava sem o auxílio de qualquer crítica.

Na mesma categoria está o sacrifício de aves e animais. As entidades da AUM+BANDA de hierarquia vibratória superior não pedem nenhum desses sacrifícios, utilizando para suas curas e desobsessões outras forças da Natureza. Elas respeitam a VIDA em qualquer das suas manifestações e, por isso, não adotam rituais sangrentos. Quando, por força da gravidade de uma situação, um animal se faz necessário as entidades luminosas da AUM+BANDA realizam sobre ele o ritual mágico necessário e o mandam soltar vivo!

No entanto, desconhecendo esses detalhes, o leigo senta a ripa na AUM+BANDA e se olha como um ser superior a todas essas barbaridades porque encontrou uma religião que não tem nada disso. Assim pensando e assim procedendo é como se essa pessoa estivesse cuspindo para o alto, porque a vida dá muitas voltas e um dia essa pessoa poderá vir a precisar do socorro daquilo que mais abominava. Nessas horas, lá na beira do rio, o preto-velho sorri enigmaticamente e fica pitando, pitando, pitando com os olhos pregados no céu azul que aparece aqui e ali nos retalhos do arvoredo.

Pretos velhos, caboclos e crianças do espaço são parte da magia da mata, da qual guardam todos os segredos. Como verdadeiros magos eles comandam os elementais e dizem aos exus: "Você tem duas cabeças. Uma é Satanás nos infernos e a outra é de Jesus Nazaré" E é assim que, entre cantos de pássaros, pios de coruja e farfalhar de folhas ou asas que eles sabem onde moram todas as "mirongas" da floresta e todos os remédios do mundo. Sabem que estão cumprindo suas respectivas missões e que, apesar de não compreendidos por tantos, é preciso continuar porque o cativeiro ainda não acabou.

CONCLUSÃO

A AUM+BANDA é a mais humilde das religiões, embora dentro dessa humildade se oculte quase que a síntese de toda a Magia Natural. Aprendam a respeitá-la e não a queiram ver trabalhando sob o chicote saneador de uma "Casa Grande" majestática que com ela nunca se coadunou nem jamais irá coadunar. Se possível, quando leigos, abstenham-se de comentários desairosos porque aquilo que o olho humano enxerga não daria para preencher nem o olho de um paquiderme. Quem vê um ritual, um ponto riscado ou qualquer cerimônia mais séria nem de leve suspeita o que ocorre verdadeiramente no Plano Invisível do trabalho que está sendo realizado. E quando a gente não sabe é bem melhor ficar calado para não dizer besteira...

A SAGRADA AUM+BANDA encontra repercussão até mesmo junto às FORÇAS BRANCAS DO HIMALAIA, participando assim, dentro da sua humildade, mas sempre disfarçada, de tudo que gira em torno do GOVERNO OCULTO DO MUNDO que ela, por mera esperteza, nem menciona ou finge ignorar.

E ela assim prefere porque tem como regência máxima a LUZ DE OXALÁ , que se traduz no triângulo perfeito da existência: PAZ, AMOR e FRATERNIDADE. Paz para que os homens de boa vontade deponham as armas para reconstruir o Jardim do Éden, Amor para que ponhamos fim ao próprio cativeiro que nos impusemos ao longo de vidas erradas e, finalmente, fraternidade para que nos ajudemos uns aos outros nesta curta jornada dentro do mesmo barco. E para onde vai esse barco? Ele vai para a fosforescência das últimas estrelas, varando galáxias e seguindo cometas na busca incessante daquela gloriosa escadaria cósmica que nos levará para além do Tempo e para além da Vida.

Sheik Al-Kaparra

http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2006/02/chakras_e_vibra.html

http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/c.asp?id=08615

http://www.emdefesadaumbanda.com.br/

 

O libelo ou libelo acusatório é uma peça processual, pedido ou requerimento, feito pelo Ministério Público, após a fase da pronúncia no Tribunal do Júri que tinha como intuito expor o fato criminoso, indicando o nome do réu, circunstâncias agravantes e fatos que poderiam influenciar na fixação de sua pena, para o pedido de sua condenação, não podendo assim divergir da pronúncia. Contudo, após a reforma do Código de Processo Penal, tal fase do procedimento foi suprimida, sendo necessário, agora, a inclusão de agravantes e demais sustentações serem realizada em plenário.
O termo libelo é utilizado no direito eclesiástico para definir a peça inicial de um processo. É o chamado libelo introdutório, onde o autor do pedido de abertura do processo conta a história que motiva o seu pedido.
 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Libelo

Umbanda 

Na batalha que se processa no mundo invisível, eles são os "soldados do front". São eles que estão mais perto vibracionalmente de nós, e os que podem ser vistos mais facilmente. São eles que dão um reforço energético em nossa aura, nos limpam de "mau-olhado" e botam obsessor pra correr. Prestam auxílio da forma que podem, às vezes do único jeito que sabem (ou devem) fazer (usando cigarrobebidasímbolos ou fogo) mas com muito mais desprendimento e boa vontade do que muitos terapeutas por aí. Mesmo os espíritos mais elevados precisam dos humildes servidores da Umbanda pra trabalhar com as energias mais densas, pois, devido a alta freqüência em que os seres mais elevados estão, não podem atuar diretamente na matéria mais densa (que pra nós ainda é invisível, como as energias liberadas por trabalhos de macumba, miasmas mentais, etc). Em retribuição, os espíritos de luz ensinam e orientam os irmãos mais endurecidos para que ascendam e assumam postos de trabalho em planos mais elevados, SE o quiserem (dando oportunidade a outro mais necessitado de trabalhar nas faixas inferiores).Aprendi que a Umbanda é dividida em 7 vertentes, e que só uma delas (a Quimbanda, ou Kiumbanda) usa sangue. E que o exu é, entre outras coisas, a "tropa de choque" do terreiro, que cuida da segurança dos participantes. Muitos ainda são espíritos recém-saídos do mundo animal, tanto é que muitos não falam, e por isso que têm uma forte energia anímica que a maioria dos médiuns mal consegue controlar. Por não ter  ainda discernimento, podem acabar sendo grosseiros e até fazendo o mal, se forem induzidos a isso, mas em essência não são ruins . Os exus que trabalham na Quimbanda são chamados exu de Quimbas (ou Kimbas), que são os tais que dizem ser diabo e fazer o mal.

Mas, pra que serve a umbanda na espiritualidade? De forma 
simplista, vou tentar responder, mesmo sem conhecer muito da Umbanda: Sempre irão existir espíritos de pessoas que não querem ascender de imediato (e talvez nem possam). Ficam rondando pelos bares, pelas ruas, vampirizando, assediando, tomando uma pinga... Aí então o espírito acaba descobrindo um terreiro de umbanda. É interessante pro nível evolutivo dele, pois pode ganhar garrafas de bebida (não vai precisar mendigar em bares) em despachos de encruzilhada, galinha (eles tiram a essência, como se comessem) e vela (não sei porque, mas muitos espíritos ADORAM vela acesa... alguém sabe?). Mas ele não pode ir chegando e incorporando (afinal, tem toda uma diretoria do "lado de lá", com seguranças na porta - os exús - e hierarquia) então ele pede pros donos do terreiro pra trabalhar ali, geralmente começa como "office boy", fazendo serviços simples, e depois vai pegando experiência com os espíritos que ali trabalham há mais tempo. Dependendo do tipo de entidade que preside os trabalhos dos terreiros daquela Umbanda, pode aprender tanto trabalhos bons quanto ruins. Mesmo que seja ruim, isso já é uma evolução pro espírito, que já não vai estar vagabundeando pela rua. E não pára por aí. Com a continuidade do aprendizado e das experiências pelas quais ele passa nesse trabalho, o espírito irá desenvolvendo o altruísmo, que é o fato de ajudar pelo ajudar, sem recompensas. Ele passa a AMAR o que faz, e tudo o que se faz com amor mexe com a pessoa. Um belo dia se critica se o que ele faz é certo. Ele vai percebendo que não precisa de despachos e/ou oferendas pra ser útil, e nisso seu corpo espiritual vai evoluindo juntamente com sua mente, a ponto de não precisar mais de matéria densificada pra satisfazer seus desejos (aprende a se alimentar de luz, das plantas, da energia que é doada espontaneamente pelas pessoas agradecidas...). Acaba se aproximando dos espíritos de hierarquia superior, que dirigem os trabalhos da Umbanda, e é relocado para outras funções. Vai pra uma escola onde aprende outras formas de magia, desta vez usando luz, elementos da natureza renováveis - como água e plantas - e acaba se tornando um espírito de luz, podendo até, caso queira, dirigir outros terreiros de Umbanda e dar a outros espíritos que estiverem perdidos na erraticidade da "vida após a vida" a mesma oportunidade que ele um dia teve. 

O que me fez falar sobre isso foi a leitura do texto do misterioso Sheik Al Kaparra (nick legal!) que trata justamente da 
desmistificação da AUM+BANDA (é assim que ele chama), mostrando que a magia com que essas entidades trabalham tem raízes no Tibet e na Índia. Deixo o aviso de que, pra quem está numa linha de Umbanda, textos acima, ou o do Al Kaparra trarão distorções, diferenças e até mesmo contradições. Mas a idéia aqui é apresentar uma visão mais ampla, prática e despojada, e que vocês aperfeiçoem seus estudos, procurando se informar melhor à respeito desta doutrina (como tudo, aliás, nesse blog). 

 

  http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/c.asp?id=08615

 

FTU-Faculdade de Teologia Umbandista Promovendo a diversidade de cultos na Umbanda

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   CURIOSIDADES RELIGIOSAS   

Igreja nudista realiza cultos com pastor e fiéis totalmente nús..

 

Uma igreja no Estado americano da Virginia (nordeste dos Estados Unidos) está causando polêmica ao receber fiéis nus. Até o pastor celebra o culto como veio ao mundo.
Na capela de Whitetail – uma comunidade nudista fundada em 1984, na cidade de Ivor, roupas são um item opcional.
“Eu não acredito que Deus se importe com a maneira como você se veste quando você faz suas orações. O negócio é fazer as orações”, diz Richard Foley, um dos freqüentadores.
Mas, entre os que não fazem parte da congregação, a idéia de uma igreja nudista não agrada muito. Várias pessoas ouvidas nas ruas de Ivor se surpreenderam e disseram achar o conceito de uma igreja nudista desrespeitoso.
O pastor Allen Parker discorda: “Jesus estava nu em momentos fundamentais de sua vida. Quando ele nasceu estava nu, quando foi crucificado estava nu e quando ressuscitou, ele deixou suas roupas sobre o túmulo e estava nu. Se Deus nos fez deste jeito, como isso pode ser errado?”
Lucro
A comunidade nudista de Whitetail vai de vento em popa apesar dos tempos de crise. Segundo a administração do resort, mais de dez mil pessoas visitaram o local no último ano e os lucros subiram 12% no período.
Os visitantes dizem que ser nudista é algo libertador. Para eles, em um ambiente como este não há julgamento de classe social e todos ficam livres para ser quem realmente são.
Além disso, o clima seria de igualdade. Um freqüentador exemplificou isso dizendo que, na comunidade, não é possível dizer quem está desempregado, quem é alto-executivo e quem é encanador.
“Aqui, todos participam, todos são compreensivos e preocupados com a comunidade e com a família. Temos uma das congregações mais ativas da região. Eu considero isso um presente de Deus e um privilégio”, disse o pastor Parker.

Gospel+ http://noticias.gospelmais.com.br/igreja-nudista-rcultos-pastor-fieis-nus.html

 

O Pastor se confundiu

A casa no bairro de Vila Nova de Colares, na cidade de Serra Grande, em Vitória, virou o centro das atenções. É onde mora um pedreiro que também se diz pastor. A vizinhança desconfia.

“Que é esquisito, é”, diz um morador da cidade.

“Ouvi falar que existia isso, que pastor tem direito a essas coisas”, comenta uma vizinha.

Essas coisas significam casos extraconjugais. O pedreiro-pastor é Justino de Oliveira, de 50 anos. E foi na bíblia que o pastor viu que poderia ter outras mulheres.

“Eu gostaria de ter alguém que mostrasse biblicamente onde foi proibido um homem ter mais de uma mulher”, desafia o pedreiro.

Pouca gente freqüenta os cultos do pedreiro, que se apresenta como pastor. Umas 12 pessoas, nas contas dele mesmo. E foi na convivência com os fiéis que Justino se viu envolvido em mais um caso extraconjugal. Aconteceu depois que uma mulher que mora na vizinhança contou a ele uns sonhos que vinha tendo.

Na casa dela, a música evangélica pode ser ouvida de longe. A mulher tem quatro filhos, é casada e prefere não aparecer. Disse que sonhou que teria filhos com o pastor. Uma revelação.

“Deus me levou a fazer isso, não teve pra onde eu correr”, afirma ela.

O marido  que também conversou com o pastor. Aceitou.

“Eu pensei comigo que se fosse da vontade de Deus, seria feito”, diz o marido.

“Entramos em oração, pedindo a Deus misericórdia, e foi uma das coisas mais difíceis da minha vida tomar essa decisão de pegar uma mulher com marido”, admite Justino.

O pastor também é casado. Como explicar? A bíblia. Oséias, capítulo 3.

“Esse profeta, um homem como nós, diz assim: ‘Deus mandou tomar uma mulher e adulterar”.

Mas é a palavra adulterar ou a palavra adúltera? ‘Receba essa mulher que foi adúltera?

“Não. Aqui está dizendo ‘Vai outra vez, ama uma mulher, amada de seus amigo, e adúltera, como o Senhor ama os filhos de Israel, embora eles olhem para outros deuses e amem os bolos de uvas’”

A palavra tem acento, ou seja, uma interpretação equivocada. É um grande equívoco, na opinião do pastor da Igreja Batista de Vitória, Francisco Mecenas. O capítulo de Oséias fala de perdão a uma mulher adúltera. A Bíblia também é clara em relação às obrigações de um pastor.

“’A conduta de um pastor ou um bispo deve ser irrepreensível e deve ser marido de uma só mulher’. Isso é a palavra de Deus. A necessidade do povo comum é conhecer a palavra de Deus para não ser enganado por qualquer pessoa que se levante com um livro preto na mão, com a Bíblia, levando as pessoas a errar”, alerta Francisco.

Fantástico - Edição do dia 16/12/2007

Interpretação equivocada da Bíblia - Oséias Capítulo 3 

Edir Macedo disse:- "Eu bebo cerveja e vinho!"