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Ferrovias

Transporte Ferroviário Brasileiro

 
A nossa primeira ferrovia foi construída pela Imperial Companhia de estradas de ferro, fundada pelo Visconde de Mauá, ligando o Porto de Mauá, na Baía de Guanabara, a Serra da Estrela, no caminho de Petrópolis. 
 
Tinha uma extensão de 14,5 km e bitola de i m (1854). Logo depois, outras surgiram no Nordeste, Recôncavo Baiano e, principalmente, em São Paulo, para servir à economia cafeeira, então em franco desenvolvimento (Estrela do Café). 
 
Eram, em geral, construídas ou financiadas por capitais ingleses que visavam somente à satisfação de seus interesses comerciais, sem o mínimo de planejamento. 
 
Entre 1870 e 1920, vivíamos uma verdadeira “Era das ferrovias”, sendo que o crescimento médio desta era dos 6.000 km por década. Após 1920, com o advento da era do automóvel, as ferrovias entraram numa fase de estagnação, não tendo se recuperado até os dias atuais. 
 
Atualmente, o Brasil é um país pobre em ferrovias, e que estas se encontram irregularmente distribuídas pelo território, pois enquanto a Região Sudeste concentra quase metade (47%) as ferrovias do país, as Regiões Norte e Centro-oeste, juntas, concentram apenas 8%. 
 
Situação atual 
 
O país possui hoje 30.000 km de ferrovias para tráfego, o que dá uma densidade ferroviária de 3,1 metros por km²; é bem pequena em relação aos EUA (150m/km²) e Argentina (15m/km²). Apenas 2.450 km são eletrificados. As ferrovias apresentam-se mal distribuídas e mal situadas, estando 52% localizadas na Região Sudeste. 
 
Na Malha Sul privatizada pela América latina Logística (ALL), binacional temos um excelente desempenho das ferrovias, com 15.628 km de extensão e volume de carga de 20,7 milhões de toneladas. Os produtos mais transportados por ela são: grãos, produtos siderúrgicos, contêineres, água, vinho, pedra e cimento.
 
Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola
https://www.brasilescola.com/brasil/transporte-ferroviario-brasileiro.htm

A primeira ferrovia do Brasil pode estar perto de desaparecer completamente do mapa, esquecida no meio do mato e encoberta por toneladas de asfalto   .

A ferrovia foi construída em 1854. Quando fez 100 anos, em 1954, foi tombada pelo patrimônio histórico. De lá para cá são quase 60 anos do mais completo abandono. A primeira ferrovia do Brasil foi atropelada pela modernidade. Soterrada pelo asfalto.
 
Em um trecho, a linha do trem desaparece debaixo da rodovia.  A ferrovia é obra de Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá.  O traçado original, com 14,5 quilômetros, ligava Inhomirim, base da Região Serrana do Rio, à Baía de Guanabara.
 
A linha foi criada para levar o café produzido no Vale do Paraíba ao cais de Magé e, de lá, de barco ao porto do Rio de Janeiro.
“É uma estrada importante porque chegaria mais rápido, escoaria produtos, subindo e descendo com esses produtos de Minas Gerais em direção ao Rio de Janeiro”, avalia o historiador Carlos Gabriel Guimarães.
 
Do cais, restam os pilares, quase todos destruídos. A primeira estação ainda está de pé.  Em frente a ela, uma réplica da primeira locomotiva.
Tudo isso pertencia a Rede Ferroviária Federal até 1998, quando foi entregue à prefeitura de Magé  e ao Instituto do Patrimônio Histórico. A área em torno foi alugada a uma empresa de tubulação e ocupada por moradias irregulares.  A estação virou um depósito.
 
“Até o fim de maio a gente vai estar com segurança armada para ocupar os terrenos com cerca e com a contratação de um escritório de arquitetura, para estabelecer o perímetro de tombamento”, afirma Cristina Lodi, superintendente do Iphan.
 
Há 30 anos, a Associação de Preservação Ferroviária tenta convencer as autoridades a  reativar o caminho de ferro. “O que nós queremos mais tarde é tentar enquadrar este projeto na Lei Rouanet, lei dos incentivos fiscais, para aí sim, conseguir de grandes empresas, que tem interesse na preservação e na memória do Brasil para poder aplicar recursos nesta ferrovia  abater do imposto de renda, e reativar. Porque só assim a gente vai conseguir reativar”, explica Antonio Pastori, associação de preservação ferroviária.
 

JN Edição do dia 18/05/2013 18/05/2013 21h34

Assista vídeo abaixo

A primeira Ferrovia do Brasil desaparecendo-JN - 18/03/2013

Os trens de antigamente sem a tecnologia da informação de hoje


Enquanto isso o governo continua arrecadando




Circuito Ferroviário Vale Verde 

A história da RFFSA

Primeira parte (substituída)
 
 
Anteriormente, este vídeo continha uma faixa de áudio protegida por direitos autorais. Devido a uma reivindicação feita por um detentor de direitos autorais, a faixa de áudio foi permanentemente desativada.
 
A história da RFFSA primeira parte

O Começo e o fim de um tempo de glória de uma ferrovia que foi forte em todo o Brasil. Um excelente documentário que estimula todos que lutam pelo resgate de nossa tão amada Ferrovia brasileira para fins de transporte de passageiro, ou para uso no turismo em curtas distâncias.

Autoria de Ely Marques dos santos!

 

A história da RFFSA Segunda Parte

Adicionado por Cesar Mori Junior em 28 Janeiro 2011

Anteriormente, este vídeo continha uma faixa de áudio protegida por direitos autorais. Devido a uma reivindicação feita por um detentor de direitos autorais, a faixa de áudio foi permanentemente desativada.
Trens em Mangaratiba

Outros vídeos: ir para >> RFFSA

Publicado em 02/01/2014 - RFFSA
Imagens das oficinas, pátio e trens na cidade de Barra do Piraí, no estado do RJ, no dia 27/12/2013.
 
>> leia aqui: Barra do Piraí maior entroncamento ferroviário da América Latina.
>> veja: Imagens

Cenas que provavelmente não voltaremos a ver

Uma viagem à bordo do trem de passageiros que ligava Barreto - Niterói a Visconde de Itaboraí, um trajeto de 33km.
Esse video foi feito em 6 de setembro de 2004. Atualmente (2012) não há mais tráfego de trens nesse ramal, os trilhos foram roubados em vários trechos e residências foram erguidas sobre a linha.
Os governos estaduais há muito prometem a construção alí da Linha 3 do metrô.
 
Enviado em 01/11/2006 por: https://ferroviasdobrasil.blogspot.com


 

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Empresa Suíça e Chile - Rio e Minas: renascendo - Nordeste e Macaé: o desperdício do dinheiro público.

 

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Tração Animal

Locomotiva a vapor Stephenson


Imagens acima: Jornal AENFER - ÓRGÃO DE DIVULGAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO DE ENGENHEIROS FERROVIÁRIOS 

 

Rede Ferroviária Federal - 1971

Resumo: Aspectos da estação Central do Brasil, RJ: plataformas, prédio, técnicos no controle de tráfego, etc; manutenção dos trilhos; tráfego de caminhões na rodovia Presidente Dutra; aspectos das ruas no centro da cidade, no Rio de Janeiro; Presidente Médici recebe embaixador não identificado no Palácio do Planalto; plataforma de estação de trem; aspectos de ruas no centro da cidade de São Paulo, viagem de trem (ferrovia Rio-São Paulo ?); chegada em estação.

Aguardando os sites de algumas emissoras se ajustarem a nova criptografia (conjunto de princípios e técnicas empregradas para cifrar a escrita, torná-la ininteligível para os que não tenham acesso às convenções combinadas; criptologia.) do Google e se consiga a respectiva reprodução.

 

  Nova Criptografia do Google

Trem da Central do Brasil

O trem atrasou - Demônios da Garoa

O Trem Atrasou - samba/carnaval, 1941 de: 
Paquito, Estanislau Silva e Artur Vilarinho 
 
Patrão, o trem atrasou
Por isso estou chegando agora
Eu trago aqui um memorando da Central
O trem atrasou, meia hora
O senhor não tem razão pra me mandar embora !
Patrão, o trem atrasou
Por isso estou chegando agora
Eu trago aqui um memorando da Central
O trem atrasou, meia hora
O senhor não tem razão pra me mandar embora !
Senhor tem a paciência
Precisa compreender
Sempre fui obediente
Cumpridor do meu dever
Um atraso é muito justo
Quando há explicação
Sou um chefe de família
Preciso ganhar meu pão
Patrão
Patrão, o trem atrasou
Por isso estou chegando agora
Eu trago aqui um memorando da Central
O trem atrasou, meia hora
O senhor não tem razão pra me mandar embora!
Cronologia Histórica Ferroviária - ANTF
Informações do Setor
 
O desenvolvimento ferroviário brasileiro sempre esteve intimamente ligado a políticas de governo, que, por seu turno, variaram grandemente ao longo da história. 
Nesse sentido, e visando sistematizar essa relação, procurou-se dividir a evolução do sistema ferroviário segundo fases cronológicas, correlacionadas a fases da nossa história imperial e republicana. Segundo estudos do eng. José Eduardo Castello Branco, a evolução ferroviária no país observa o seguinte faseamento: