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Fracassos do socialismo e do comunismo

 
Os países europeus e asiáticos que se libertaram do comunismo encontram-se hoje em diferentes e ascendentes níveis de evolução econômica e social
 
Embora pilote minha churrasqueira com razoável competência, não sou perito em cortes de carnes. Li outro dia que o corte de costela é o mais consumido no Rio Grande do Sul. 
 
Pessoalmente, porém, não sou bem sucedido nas ocasiões em que tento assá-las. Repete-se algo que muitas vezes ouvi anfitriões comentarem em churrascadas alheias: “Esta costela não é bem aquela”. Entende-se por “aquela”, nessa frase, a costela ideal, com bastante carne, pouca gordura, osso delgado, macia e saborosa.
 
Quando me falam em socialismo, em comunismo, sempre me lembro dessas costelas que não dão certo. As experiências históricas com o socialismo jamais correspondem a “aquele” socialismo ao qual o vendedor de ideologia está se referindo. Você refuga a tese apontando os fracassos do socialismo e do comunismo (este definitivamente saiu do vocabulário com vergonha do próprio nome), e o vendedor de ilusões o interrompe para dizer que “aquilo” nunca foi o verdadeiro socialismo. 
 
Mas veja só, enquanto a costela, vez por outra, pode exibir um precioso corte “daquela”, o socialismo não tem sequer uma solitária laranja de amostra que possa ser observada no pé da laranjeira. Sua principal sedução é assim apontada por Norberto Bobbio: “O socialismo é cativante porque cada um pode idealizá-lo como desejar”.
 
A grande acusação que lançam contra o capitalismo ou economia de mercado é a de ser um sistema que beneficia os ricos e responde pela miséria do mundo. No entanto, se dermos uma olhada no mapa da pobreza extrema do World Food Program, veremos que ela se concentra em regiões e nações que não têm e nunca tiveram uma economia baseada na livre iniciativa, no empreendedorismo. 
 
Não se conhece um único país cuja sociedade tenha sido rica e que empobreceu devido à sua inserção no mercado global. Do mesmo modo, não se conhece um único país cuja sociedade tenha evoluído econômica, social e politicamente enquanto se manteve num ambiente de economia estatizada e centralizada. 
 
Pelo viés oposto, os países europeus e asiáticos que se libertaram do comunismo em fins do século passado e adotaram a economia de mercado encontram-se, hoje, em diferentes mas ascendentes níveis de evolução econômica e social. Tampouco se conhece uma única sociedade que, tendo vivido sob o regime comunista e dele se libertado, manifeste desejo de retornar àquela desgraceira.
 
ARTIGO - Publicado em 09/10/2014 
Por Percival Puggina, MSM em Mundo - Internacional
Percival Puggina é arquiteto, empresário, escritor, conferencista e colunista de Zero Hora.

 

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Silenciados

Este é o trailer do documentário nacional “Silenciados”. Nele, diferente do que acontece na grande maioria dos filmes e seriados brasileiros, você não verá a defesa de quem comete crimes ou a relativização da violência. 

Não verá “especialistas” jurando que menores infratores são incapazes de perceber que assassinar alguém é errado. Não verá nenhum sociólogo dizendo que há “muitas prisões” no Brasil, esquecendo-se de dizer também que a maioria dos crimes sequer é investigada. 

Em “Silenciados”, você conhecerá apenas o drama e a luta de quem teve a vida transformada pela ferocidade da violência brasileira, que não escolhe cor, lugar ou classe social. 

A violência de quem não é suficientemente alertado pela sociedade e pelas leis de que não se deve, em hipótese alguma, tirar a vida de outra pessoa. “Silenciados” está sendo financiado de forma privada, sem qualquer verba ou apoio estatal. A única chance de levar este documentário ao público é tornando-o conhecido a ponto de que ignorá-lo passe a ser impossível. Assista ao trailer: se gostar, não curta apenas: comente e compartilhe também. Se não gostar, entre no debate.

 

 

Trailer do documentário SILENCIADOS, sobre a criminalidade sem controle no Brasil
Publicado em 30 de janeiro de 2016 por Osmar em ReaçaBlog com Comentários diretamente da página do documentário no facebook.
 

Nostradamus