Seja sempre bem-vindo e aproveite para visitar nossas outras páginas


Miltinho chegou aos 85 anos (2013) de idade mantendo o título de “Rei do ritmo”. Como intérprete lançou Luiz Ayrão e João Nogueira e, certamente, os influenciou na divisão rítmica. “Sempre evitei cantar na cabeça da nota. Eu canto dois tempos atrasados, com harmonia na frente”, ensina Miltinho, o homenageado deste sábado no Musicograma, que adaptou a voz pequena, mas recheada por um bebop aos recursos tecnológicos da época em que iniciou a carreira.

O cantor carioca nasceu em 1928, dois anos após a maior revolução fonográfica, quando a gravação elétrica substituía, finalmente, a gravação mecânica. Em paralelo a estas mudanças, o rádio promoveu uma revolução estética poderosa, fazendo surgir as famosas “vozes radiofônicas” que, do final dos anos 1920 aos 1950, criou ídolos incontestáveis.

Miltinho foi um deles. Num tempo em que os artistas tinham nome e sobrenome, ele manteve o apelido de infância. A estratégia funcionou tão bem que Miltinho, mais que o nome de um intérprete inventivo, passou ser sinônimo de interpretação enxuta, sem excessos.

Em cada disco de Miltinho esperava-se uma nova surpresa. Pandeirista notável, foi o primeiro a criar o pandeiro adaptado e gravar acompanhando-se com o instrumento. Manteve a personalidade como intérprete e a fidelidade musical ao samba passando por todos os movimentos da MPB das últimas cinco décadas.

No aniversário de 70 anos, comemorado em 1998, lançou o CD "Miltinho Convida" que reúne um elenco estelar de seus aprendizes confessos. João NogueiraJoão BoscoLuiz MelodiaChico Buarque e outros se revezam nos duetos com o mestre. Uma aula de interpretação e respeito aos grandes compositores das últimas quatro décadas do século XX.

 

 

 

 

 

 

 

 

Eventualmente este vídeo pode apresentar a aparência de desabilitado, mas basta clicar no player que ele reproduzirá.

 

   Ver episodio:
      https://tvbrasil.ebc.com.br/musicogram ...  
   Ir para o site do Musicograma:
   https://tvbrasil.ebc.com.br/musicograma

  Milton dos Santos Almeida em: 26/01/2013.

 

Tito Madi - Sonho e Saudade do filme "Amor para Três" de 1960

No vídeo: >  Ribamar (Pianista e Compositor) , > Agildo Ribeiro (Ator) e > Suzana Freyre (Atriz).

Sonho e Saudade - Regravação

Sonho e Saudade de Tito Madi

Tantos sonhos eu tive
E eu sonhei com você
Foram sonhos tão tristes
Que eu sonhei com você

A saudade povoa os meus sonhos
Sofre o meu coração
A tristeza me surge nas noites
Tudo é solidão

Mas na realidade
Você também é assim
Vive eterna saudade
Dá desgostos pra mim

E então, eu pergunto porquê
Sem motivo e razão, a sofrer
Este meu coração
Gosta tanto de você
Gosta tanto de você
Tanto, tanto de você.

No Palco!  .

Ouvir álbum gravado ao vivo 

  1. Neste Mesmo Lugar
  2. Duas Contas
  3. Não Diga Não
  4. Cansei De Ilusões
  5. Balanço Zona Sul (Part. Esp.:Leny Andrade)
  6. Molambo
  7. Gauchinha Bem Querer
  8. Ternura Antiga
  9. Mulher
  10. Sonho E Saudade
  11. Ligia
  12. Chove Lá Fora

Tito Madi