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Diabetes

 Adoçante Estévia ganha popularidade e vendas avançam 

Tom Heyden

Da BBC News

Atualizado em  4 de junho, 2013 - 18:11 (Brasília) 21:11 GMT

Adoçante à base de estévia está ganhando popularidade nos EUA e na Europa

Adoçantes extraídos da estévia estão rapidamente se tornando uma sensação especialmente nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, países onde ainda são uma novidade, apesar de a planta ser usada há séculos na região do Brasil.

Apenas em 2008 o governo americano deu seu aval para a venda de produtos com o adoçante. Na União Europeia, a autorização foi concedida em 2011.

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Refletindo isso, entre 2008 e 2012 houve um aumento global de 400% na venda de novos produtos à base de estévia, com uma elevação de 158% apenas entre 2011 e 2012, segundo a Mintel, consultoria internacional do setor de alimentos.

A rede britânica de lojas de vitaminas e suplementos alimentares Holland & Barrett diz ter detectado um aumento de 50% nas vendas de produtos com o adoçante no último mês, em comparação com o mesmo período do ano passado.

A Coca-Cola chegou a alterar a receita do refrigerante Sprite na Grã-Bretanha, relançando uma versão com stevia que supostamente teria uma redução de 30% de calorias.

Segundo os fabricantes, o "adoçante milagroso" não tem calorias nem carboidratos e não aumenta os níveis de glicose. Mas será que isso é bom demais para ser verdade?

 

Produto 'natural'

David Turner, da analista de alimentos e bebidas da consultoria Mintel, diz que atualmente pode-se encontrar no mercado uma variedade de iogurtes, chocolates e até cervejas adoçadas com estévia e que a mídia tem cada vez mais ligado o açúcar refinado à obesidade, que é descrita atualmente como uma epidemia mundial.

Somente no Brasil, mais de 65 milhões de pessoas estão com excesso de peso, enquanto que dez milhões são tidos como obesos.

O que é Estévia?

  • Um adoçante natural cerca de 250 a 300 vezes mais doce do que o açúcar
  • Feito de folhas da planta estévia (Stevia rebaudiana)
  • Sem calorias, carboidratos e com índice glicêmico zero
  • Geralmente adicionado a bebidas não-alcóolicas

 

A estévia tem o potencial de ajudar a controlar do peso, a manter a saúde dos dentes e combater o diabetes, diz a nutricionista Laura Wyness, da Fundação Britânica de Nutrição.

Esses possíveis benefícios médicos já seriam válidos para os adoçantes artificiais de baixa caloria que estão no mercado há muitos anos, como o aspartame e a sacarina, mas a estévia tem uma vantagem.

"A grande questão da estévia é que ela tem uma fonte natural", diz Stefan Gates, apresentador de TV e autor de livros sobre gastronomia e alimentos. "Isso não significa que ela já não esteja altamente processada quando chega à sua comida ou bebida... mas é isso (produtos 'naturais') que todos querem agora."

Margaret Ashwell, cientista membro do Instituto Global da Estévia, explica que "o processo de extração inclui deixar as folhas secas imersas em água, como se faria com chá, e então separar ou purificar os compostos de melhor sabor adocicado, que são conhecidos como glicosídeos de esteviol."

Ashwell diz que os glicosídeos de esteviol permanecem quimicamente intactos durante todo o processo - o que lhe daria uma vantagem a mais comparado com outros adoçantes.

Segundo cientistas, os extratos concentrados são cerca de 300 vezes mais doces do que o açúcar. Já o gosto “tem sido descrito como semelhante a sementes de anis”, disse David Turner.

Controvérsias

Mas ainda não se sabe ao certo os efeitos a longo prazo dos adoçantes como a estévia, o que faz com que surjam temores. Um deles é de que o adoçante afete hormônios relacionados à atividade cerebral.

Em comparação com a estévia, os adoçantes artificiais sintéticos, como o aspartame ─ usado em bebidas como a Coca-Cola Diet ─ têm sido alvo de controvérsias há muito tempo.

O aspartame já foi ligado ao câncer, e embora não tenha havido provas conclusivas, as pessoas se mantêm receosas quanto à palavra "artificial" em questão de alimentos, diz o apresentador e escritor Stefan Gates.

Além disso, "há uma anseio na indústria alimentícia por produtos que 'não contenham x' (componente, ou substância)'", diz Gates. "Se você puder listar que seu produto é 'livre' de alguma coisa, tem uma grande vantagem no mercado porque as pessoas são influenciadas por reportagens que alimentam a paranoia sobre os alimentos".

A Associação Dietética Britânica e a organização não-governamental Diabetes UK (que faz campanhas para frear o avanço da doença e congrega mais de 5 mil voluntários) não fazem distinção entre seus aconselhamentos para adoçantes tradicionais e a estévia.

A planta Estévia

É o gênero de cerca de 240 plantas nativas de áreas tropicais e subtropicais da América do SulBatizada em homenagen ao botânico Pedro Jaime Esteve, no século 16Tradicionalmente usada para fins medicinais pelos guaranis, e inicialmente desenvolvida com fins comerciais como um adoçante no Japão nos anos 1970

 

"Como nutricionista, eu apoio e promovo o uso de adoçantes na cozinha e nas dietas", diz Sioned Quirke, porta-voz da Associação Dietética Britânica.

"Não há indícios que sugerem que os adoçantes de baixas caloria, como a sacarina, o aspartame e a sucralose, sejam ruins para as pessoas", complementa, dizendo que ela aconselha o uso da estévia somente como adoçante e acredita que as indícios sobre os supostos benefícios à saúde são insuficientes.

Robert Lustig, autor do livro Fat Chance: The Bitter Truth about Sugar(ou "A Amarga Verdade sobre o Açúcar", em tradução livre), é um ativista antiaçúcar, mas se recusa a defender os adoçantes alternativos justamente pela falta de estudos científicos.

Ele diz que ainda não se sabe se tais compostos afetam as funções cerebrais ou os hormônios e nem os efeitos sobre o organismo, que é "enganado" ao se preparar para receber uma quantidade de açúcar que nunca chega.

"Pode ser que isto faça com que o cérebro libere mais insulina", diz, acrescentando que não há provas sobre possíveis benefícios para a perda de peso.

https://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/06/130604_adocante_stevia_jp.shtml

Stévia >> leia mais

ABAJERÚ

Chrysobalanus icaco

Descrição : Planta da família das Chrysobalanaceae. É um arbusto que mede de 1 à 3 metros, de caule espesso, raramente chega à 10 metros. Encontra-se perto das praias e rios. O interior da subespécie é C. pellocarpus icaco. Tem folhecencia oval, quase circular de 3 à 10 centímetros de comprimento e 2,5 à 7 centímetros de largura. A cor das folhas varia de verde à vermelha. A casca é acinzentada ou marrom avermelhada, com manchas brancas. As flores são pequenas, brancas, em cachos, aparecendo no final da primavera.

No final do verão nacem fruto em gomos, que da forma costeira a ser rodada, até 5 centímetros de diâmetro, amarelo-pálido com tons rosa ou roxo-escuro na cor, enquanto que o interior é a forma oval, de até 2,5 centímetros escuro-roxo.

A árvore é capaz de sobreviver ao inverno. No entanto, a forma costeira é altamente tolerante ao sal, por isso é muitas vezes plantada para estabilizar bordas praia e evitar a erosão, é também plantado como arbusto ornamental . O fruto é comestível e é usado para doces.

Parte utilizada: Folhas.

Origem : América Tropical, incluindo Bahamas e Caribe.

Princípios Ativos: Ácido pomólico. Este ácido induz a apoptose, morte celular programada nas células cancerosas, porém ele não é extraído da planta através de chá e sim por outros métodos.

Propriedades : Hipoglicemiante, antiblenorrágico, antidiabético, anti-reumático.

Indicações: Blenorragia, diarréia crônicas, leucorréia, reumatismo, câncer, diabetes.

Contra-indicações/cuidados: Tome cuidado pois esse chá pode vir a ser prejudicial a portadores do câncer.

Modo de usar: Infusão das folhas.

 

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>> Cientistas brasileiros isolaram nas folhas de um arbusto conhecido popularmente como abajerú (Chrysobalanus icaco) uma substância anticancerígena, o ácido pomólico, capaz de destruir diversos tipos de tumores.

>> Características de solo onde ocorre o Abajerú, Luiz Manoel Santana e Aleinauarea Florentino Silva. Revista Ceres.

>> ECOLOGIA DA POLINIZACÃO DE CHRYSOBALANUS ICACO L. (CHRYSOBALANACEAE): UMA ESPÉCIE FIXADORA DE DUNAS. Evelise Locatelli, Universidade Federal da Paraíba, Centro de Ciências Aplicadas e Educação, Departamento de Engenharia e Meio Ambiente, Laboratório de Ecologia Vegetal, Rio Tinto, Paraíba.


>> https://www.plantasquecuram.com.br/ervas/abajeru.html#.UbENu9Jwrng#ixzz2VThlGPfu

Leia também: 

>> https://www.diabetenet.com.br/conteudocompleto.asp?idconteudo=1868

>> https://www.tuasaude.com/abajeru/

>> https://www.plantamed.com.br/plantaservas/especies/Chrysobalanus_icaco.htm

 
 
 
 
 
  
Uma incrível descoberta de 3 jovens...
Corte as pontas e o fundo de 2 quiabos, coloque em um copo com água e deixe dormir, no outro dia retire os quiabos e tome a água...Diabete vai sumir e suas injeções nunca mais...
Tudo foi Deus...Quem criou.
Testado em seres humanos, os resultados segundo depoimentos foram assim milagrosos! Uma voluntária disse que a glicemia baixou de 300 para 150. Outro, que caiu de 195 para 94 – e ainda disse que a água de quiabo “fez o papel da insulina, e muito bem feito!”.
 
 

Leite de Alpiste x Diabete - baixar

Especialista americano promete a cura do diabetes em apenas 21 dias

 
Livro assinado pelo médico Gabriel Cousens chega ao Brasil com a promessa de indicar novos caminhos que culminem na erradicação do diabetes em escala mundial
 
Para Gabriel Cousens, o diabetes pode ser curado
Foto: Ricardo Chaves
“O que comemos alimenta nossos genes tanto quanto o que não comemos. A escolha é pessoal”: é o que afirma o médico Gabriel Cousens, no livro A Cura do Diabetes pela Alimentação Viva, que chega ao Brasil pela Editora Alaúde. Cousens defende que muitos dos problemas de saúde que acometem a atual sociedade poderiam ser evitados com a adoção de uma dieta restritiva, à base de alimentos de origem orgânica e vegetal.
 
A obra sustenta que, ao contrário do que prega a medicina tradicional, o diabetes tem cura. E mais: apresenta um programa alimentar à base de alimentação viva, rico em sais minerais e sem gordura animal, que, segundo o autor, caso seja seguido rigorosamente, é capaz de livrar diabéticos de medicamentos e de adaptá-los a uma taxa normal de glicose em apenas 21 dias.
 
O método de Gabriel Cousens para se chegar à erradicação do diabetes é o Programa de 21 Dias do Tree of Life, defendido por Cousens como “a luz no final do túnel” no combate ao diabetes.
 
— O objetivo do Programa de 21 Dias é baixar os níveis de açúcares no organismo de pessoas que sofrem de diabetes do tipo 1 e 2 em até 80%, através de uma dieta orgânica, vegana, rica em sais minerais, com pelo menos 80% de alimentos vivos e com 15 a 20% de gorduras vegetais apenas — afirma o médico.
 
A dieta é ainda rica em fibras, pobre em glicose e insulina, bem hidratada e individualizada.
 
Cultura da Vida versus Cultura da Morte
 
O diabetes é um problema que cresce em proporções epidêmicas. Estima-se que hoje a doença atinja aproximadamente 240 milhões de pessoas, de acordo com a Federação Internacional de Diabetes (IDF), o que equivale a 6% da população mundial. E as projeções são alarmantes. Até 2025 este número deverá ultrapassar a faixa de 350 milhões de pessoas. Tudo isso devido aos atuais hábitos alimentares da população — que incluem a ingestão em excesso de açúcares, gorduras, carne vermelha, alimentos processados industrialmente, leite e derivados, além de junk food.
 
Através de documentação, o médico contextualiza o atual problema do diabetes em escala mundial e aponta a doença como o grande mal da sociedade moderna, dentro de um conceito macro que ele chama de “Cultura da Morte”.
 
— O diabetes se tornou uma pandemia porque as pessoas não estão vivendo de forma a se manter em equilíbrio. Estão vivendo o estilo de vida da Cultura da Morte. É por isso que chamamos esse comportamento de ‘crime contra o bom senso’, um termo aiurvédico antigo que descreve bem a situação — explica o médico.
 
Resultados
 
Numa primeira fase, o doutor Cousens aplicou o Programa de 21 Dias em 11 pessoas portadoras de diabetes. A ideia, segundo ele, era esperar que as pesquisas avançassem. Mas, em virtude dos excelentes resultados obtidos com os primeiros pacientes, o médico ponderou que compartilhá-los seria o mais correto a fazer.
 
— Talvez fizesse mais sentido escrever este livro daqui a cinco anos com os resultados de cem pessoas, pelo menos, mas esses resultados iniciais foram tão espetaculares, a vida de milhões de pessoas é tão valiosa, e a possibilidade de preservação da vida por meio desta abordagem é tão importante, que eu quis divulgar essas informações o mais rápido possível — argumenta.
 
No livro, ele descreve cada um dos 11 casos avaliados e aponta, através de números, gráficos e tabelas médicas dados que comprovam que é possível combater o diabetes através desse tipo de dieta. Um dos pacientes da primeira fase do programa, por exemplo, apresentava diabetes do tipo 1, com níveis de glicemia inicial — medida nas primeiras horas da manhã — de 287. O ideal, para não portadores da doença, é que essa taxa de glicemia fique entre 70 e 85. Depois de apenas quatro dias no programa esse paciente pôde parar de tomar insulina completamente, pois apresentou glicemia de jejum de 88, que depois de duas semanas caiu para 83.
 

Advertência: embora as matérias aqui publicadas sejam de fontes fidedignas, elas são de caráter informativo, dependendo de cada caso existem recomendações próprias. 

Portanto, se necessitar de ajuda, consulte um profissional na área de Saúde Natural.