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Saúde com Vídeos

Pimenta, Bolas Boading, As curas de Frei Romano Zago, Café, Enxergar bem sem Oculos, Ondas Binaurais.

Pimenta emagrece e reduz o colesterol
 
Fruto reúne uma série de medicamentos naturais: analgésico, antiinflamatório, xarope e vitaminas.
 
Luciana Kraemer
Turuçu e Porto Alegre RS
 
Turuçu é a capital brasileira da pimenta vermelha. Na cidade do sul gaúcho, ela é plantada há mais de cem anos. E o orgulho com o produto da terra está em toda parte: na rua principal e nas lavouras cultivadas por descendentes de imigrantes alemães. Do trabalho de pequenos agricultores brota um poderoso remédio natural. 
 
“Dizem que é bom para a saúde. Graças a Deus, até hoje nunca tive problema nenhum”, assegura o agricultor Leomar Nörnberg. 
 
Na casa dele, é acompanhamento para todos os pratos. Para usar como tempero, a agricultora Leni Nörnberg dá a receita: “Coloco vinagre, depois dou uma sacudidinha e deixo curtindo durante um dia ou dois. É bem fácil. Dá para botar em qualquer comida”. 
 
De acordo com especialistas em saúde, o hábito da família de seu Leomar deveria ser repetido em todas as mesas. Os benefícios da pimenta são conhecidos há muito tempo. Nas Américas, o fruto já era usado até para aliviar dor de dente e de estômago. Isso há pelo menos dois mil anos. 
 
Quem coloca a pimenta no dia-a-dia está levando, além de tempero, uma série de medicamentos naturais: analgésico, antiinflamatório, xarope, vitaminas – benefícios que os povos primitivos descobriram há milhares de anos que agora estão sendo comprovados pela ciência. 
 
Uma pesquisa recém-concluída na Faculdade de Nutrição da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) comprovou que a pimenta diminui mesmo o risco de doenças cardiovasculares, maior causa de mortes no Brasil. 
 
Por duas semanas, um grupo de ratinhos recebeu, todos os dias, uma pequena dose de extrato de pimenta-dedo-de-moça, a mais consumida no país. No fim do período, sangue foi coletado e comparado com o de ratinhos que não receberam a pimenta. O resultado impressionou os pesquisadores. 
 
“Nós tivemos uma redução bastante significativa, em torno de 45%, do colesterol total desses animais. Uma redução do colesterol total, tanto em humanos quanto em cobaias, mostra que há um risco menor do desenvolvimento de doença arterial coronariana ou aterosclerose”, diz a nutricionista da PUC-RS Márcia Keller Alves. 
 
Em outras palavras: menor risco de enfartes. O que reduziu quase pela metade a gordura do sangue nos ratinhos foi a capsaicina, o princípio ativo da pimenta, que dá a ela o gosto ardido. 
 
“É esse princípio ativo que faz com que a pimenta seja benéfica à saúde. Então, quanto mais picante mais capsiacina. E quanto mais capsiacina mais benefícios com o consumo da pimenta”, esclarece Márcia Keller Alves. 
 
A capsaicina atua em várias áreas do corpo: alivia dores de cabeça, controla os níveis de glicose no sangue, aumenta a capacidade pulmonar e ajuda no tratamento da rinite alérgica. É até um aliado para quem quer entrar em forma. 
 
“É uma substância estimulante do metabolismo. A pessoa passa a gastar mais calor através do que come. Então, isso ajuda na obesidade. Ela só vai se beneficiar com um ingrediente natural”, afirma o nutrólogo Carlos Alberto Werutsky. 
 
Ainda falta determinar quanto é necessário consumir para que a pimenta traga todos esses benefícios. O que se sabe é que o brasileiro come muito pouco. Na Tailândia, por exemplo, ela é a estrela das receitas simples e sofisticadas. Lá, o consumo chega a dez gramas por dia. No Brasil, não passa de meio grama por pessoa. 
 
Para que a pimenta saia do papel de coadjuvante e se torne o ingrediente principal, é preciso pegar o fruto e inventar. Criar receitas que agradem não só a quem procura a ardência, mas também – por que não? – a doçura da pimenta. Produtos que saem de agroindústrias familiares, com a da produtora rural Verônica Tuchtenhagen e do aposentado Otávio Tuchtenhagen. Antigamente, a família vendia a pimenta seca e moída. Quanto trabalho, lembra o pai, que tem 82 anos. 
 
“Eu lembro que plantei pimenta com 12 anos de idade. Às 5h, tinha que ir lá e cortar”, conta seu Otávio. 
 
“Hoje transformamos a pimenta ‘in natura’ em vários pratos: em conservas, molhos, azeites, geléias, bombons, trufas, chocolate. Um mundo com pimenta”, descreve dona Verônica. 
 
A receita que mais vende é a da geléia, criada com o auxílio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) para conquistar o paladar até de quem não gosta do sabor ardido da pimenta. É feita com o fruto “in natura”, bem do jeito que os médicos recomendam. 
 
A pimenta vai ao fogo misturada com açúcar, água, ácido cítrico e pectina, uma mistura que, no início, nem dona Verônica acreditava que daria certo. 
 
“Não vou mentir, tínhamos uma pequena dúvida. Me surpreendeu muito porque enquanto eu vendo cem vidros de geléia com pimenta transformada, vendo dez de morango sem pimenta. A pimenta fez um sucesso”, comemora dona Verônica. 
 
Para ver se os novos produtos de pimenta têm chance de cair mesmo no gosto popular, a equipe do Globo Repórter levou o doce de leite com pimenta e a pimenta em calda para fazer um teste com os consumidores. 
 
“É meio forte, mas é gostoso. Senti a pimenta”, conta a estudante Sylvia Waldman. 
 
“Eu não senti muito. É natural, um docinho gostoso. Mas bem no finzinho sentimos um pouquinho”, diz a dona de casa Áurea do Prado. 
 
“Ela acentua o paladar, mas é saborosa”, avalia o aposentado José Castro. 
 
“Me surpreendi, porque pimenta geralmente é forte. E essa bem gostosa”, elogia a professora Priscila da Silva.
 
https://g1.globo.com/globoreporter/0,,MUL1021418-16619,00-PIMENTA+EMAGRECE+E+REDUZ+O+COLESTEROL.html
 

  Pimenta Caiena em cápsulas

Pimenta Caiena em cápsulas 100% orgânica, selecionada para proporcionar uma alta concentração de Capsaicina. A pimenta caiena, além de ajudar na queima de calorias, diminui a acidez do sangue tornado-o mais alcalino facilitando o funcionamento do corpo em geral pois o mesmo funciona com impulsos elétricos que se movem mais facil em meio alcalino; Estudos mostram que doenças em geral necessitam de um meio acido para existir. Não possui contra indicações. Livre-se da hipertensão, gastrite, refluxo e outros males adicionando pimenta ao cardapio e retirando o açucar.



 

PIMENTA DE CAIENA CONTRA ATAQUE CARDÍACO - REMÉDIO PARA O CORAÇÃO E OUTRAS DOENÇAS

 Pesquisadores do mundo todo não param de descobrir que a pimenta, tanto do gênero piper (pimenta-do-reino) como do capsicum (pimenta vermelha), tem qualidades farmacológicas importantes. 

Segundo o médico homeopata Marcio Bontempo, autor do livro Pimenta e seus Benefícios à Saúde, além dos princípios ativos capsaicina e piperina, o condimento é muito rico em vitaminas A, E e C, ácido fólico, zinco e potássio. Tem, por isso, fortes propriedades antioxidantes e protetores do DNA celular. Também contém bioflavonóides, pigmentos vegetais que previnem  o câncer. 

Graças a essas vantagens, a planta já está classificada como alimento funcional, o que significa que, além de seus nutrientes, possui componentes que promovem e preservam a saúde. Hoje ela é usada como matéria-prima para vários remédios que aliviam dores musculares  e reumatismo, desordens gastrintestinais e na prevenção de arteriosclerose. Apesar disso, muitas pessoas ainda têm receio de consumi-la, pois acreditam que possa causar mais mal do que bem. Se você é uma delas, saiba que diversos estudos recentes têm revelado que a pimenta não é um veneno nem mesmo para quem tem hemorroidas, gastrite ou hipertensão.

>> Márcio Bontempo

Bolas Boading

 

 
A medicina tradicional chinesa as utiliza como instrumentos que movimentados entre as mãos podem contribuir para a recuperação de 
contusões, ou ainda para exercitar a força e a agilidade. Neste sentido, seu uso é similar ao das bolas de tênis empregadas 
atualmente por fisioterapeutas ocidentais em exercícios para as mãos.
 
As bolas Baoding (保定铁球), feitas de ferro, emitem sons harmônicos quando manipulados.
São adotadas pela medicina tradicional chinesa como instrumentos terapêuticos.
 
A movimentação mais simples é girar as duas bolas numa mão nos sentidos horário e anti-horário.
O exercício diário promove a saúde das mãos ao ativar os seis meridianos de energia que por elas passam: pulmão, coração, pericárdio, intestino grosso, intestino delgado e triplo aquecedor.
 
Movimentos como estes também podem ser feitos com duas ou mais bolas de cristal, nozes ou limões.

 

Benefícios:
  •   Aumentar a circulação do sangue
  •   Relaxar articulações
  •   Músculos se tornarão ágeis e relaxados
  •   Os ossos são fortalecidos
  •   Desligam as pessoas das preocupações
  •   Ativam o sistema
  •   A mente passará a funcionar melhor (inteligência, memória, etc)
  •   Previne e trata a Fadiga
  •   Previne e trata Ansiedadeü  Previne e trata o Stress
  •   Prolonga a vida
Tratamento para: 
  •   Previne e trata a hipertensão,
  •   Artrite dos dedos e pulsos,
  •   Dormência e tremor das mãos podem ser prevenidos
  •   Diferentes doenças crônicas e
  •   Mãos mais fortes e ágeis.

 

 

Fontes: https://caminhoscomplementares.blogspot.com.br/2011/09/diferentes-doencas-cronicas.html-https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=IdOCDf6Hx9Q&t=81-Wikipédia

 

As Curas de Frei Romano Zago

OBS: este texto não pertence nem foi sugerido pela Forever Living Products, mas está publicado sob nossa exclusiva responsabilidade, no sentido de melhor exemplificar as curas que podem ser conseguidas pelo uso deste ALIMENTO NATURAL, a partir dos testemunhos de uma conhecida autoridade religiosa.
 
Segundo o Frei Romano Zago, português, a Aloe Vera (babosa) é uma das plantas curativas mais perfeitas que encontramos na natureza, sendo que, dos 22 aminoácidos de que o nosso organismo precisa, ela contém 18. Além desse e de outros benefícios, a planta fortalece os sistemas imunológicos debilitados.
 
Frei Romano afirma que a planta tem curado muitos tipos de câncer: no cérebro, pulmão, fígado, intestino, garganta, mamas, útero, ovário, próstata, rins, pele e leucemia. Ele conta o caso de um paroquiano, com câncer na próstata e desenganado pelos médicos, que recebeu os sacramentos finais e utilizou a babosa por sua sugestão. Esse senhor está vivo e com seus 80 anos.
 
Diz ele:
 
- Diante do sucesso do meu primeiro caso, comecei a aplicar a fórmula em vários outros, sempre com êxito. Quando fui trabalhar na Terra Santa, encontrei por lá também um imenso campo. E as curas foram se sucedendo às dezenas. Uma religiosa, diretora de colégio, tinha um tumor no útero, de tal volume que os médicos do Hospital Hadassah não lhe davam mais de duas semanas de vida; um outro senhor, tinha câncer na garganta e só engolia por sonda; uma senhora, tinha câncer nos rins. Desenganados pelos médicos, eles continuam vivendo.
 
- Mas o caso mais comovente foi o de Geraldito, um garoto argentino de cinco anos, que tinha leucemia. Os pais o levaram à Espanha, onde fez transplante de medula. Inútil. No auge do desespero, foram até Belém. Diante da gruta da Natividade, rezaram: "Aqui a vida apareceu diante dos homens". E choravam muito: "Como pode ter nascido a Vida aqui se em breve teremos que entregar nosso filho á morte?" Chamaram-me. Embora a situação me parecesse extrema, a ponto de duvidar da eficácia da babosa, tranqüilizei-os: "Enquanto há vida, há esperança." Depois de um mês, ele veio me visitar com seus felizes pais, e com sua vela acesa na mão, quis participar da procissão dos freis. Tomou uma segunda dose e, um mês depois, voltou a Buenos Aires.
 
Além do câncer a babosa cura outras doenças, como alergias, aftas, asma, anemia, cólicas, cãibras, artrose, queimaduras, insolação, doenças da pele, gangrena, diabetes, hemorróidas, furúnculos, feridas venéreas, infecção da bexiga e rins, reumatismo e insônia, dentre outras. Não cura a AIDS, mas freia, trava o processo, afirma Frei Romano. Durante o tratamento com a planta, podem ocorrer reações estranhas, ou seja, a pessoa pode ter coceiras, pequenas manchas na pele e coisas do gênero (vide abaixo ).
 
Atenção:
 
* o preparo caseiro da babosa, com casca (assista vídeo abaixo e ao lado), não deve ser tomado de forma continuada, mas apenas umas quatro vezes por ano. Aos que são portadores de câncer, aconselha-se um intervalo de 15 dias.
 
* desaconselha-se este preparo para as gestantes e mães que amamentam. É que a casca da planta possui uma substância chamada Glicosidio barbaloin (vide abaixo), que age sobre as células do intestino grosso, podendo provocar parto prematuro, por causa do possível aumento de contrações do útero.
 
O CÂNCER TEM CURA ?
 
Numa grande percentagem de casos, o câncer tem cura. Como? Usando os poderes curativos de uma planta muito comum entre nós: a ALOE VERA, vulgarmente conhecido como BABOSA (deita uma baba) ou ALOÉS. A floração dá-se no inverno e as flores são vermelhas e amarelas.
(Pequeno resumo das conferências proferidas por Frei Romano Zago, Sacerdote Franciscano, sobre este tema, em Odivelas, São João do Brito - Lisboa, Coimbra e Porto.)
 
Texto extraído da Folha do GEBRA, do dia 25 de março de 1996.
 
A casca, conforme as pesquisas científicas, contém toxinas, devido ao que a pertinência da observação do Frei Romano. Veja detalhes no artigo, "Fatores a Considerar na Escolha, de onde extraímos:
 
Qual o teor de casca no suco ? Este teor influenciará e restringirá o uso do produto, porque o organismo humano não digere a celulose, que é o maior componente da casca da ALOE. Caso o teor de casca seja alto uma restrição, por exemplo, seria tomar o suco durante um período e ficar sem tomar no outro, para dar chance ao organismo de eliminar a celulose consumida.
 
Qual o teor de "aloína"? O produto pode ter, no máximo, 6% de aloína em sua composição. Mais do que essa percentagem, aparecem efeitos colaterais indesejáveis e contra-indicados.
 
FATORES IMPORTANTES A CONSIDERAR NA
ESCOLHA DO SUCO DE ALOE VERA
 
Antes de adquirir um Suco de Aloe Vera, devem ser considerados vários fatores, que vão influenciar decisivamente nos resultados que se espera obter, ao utilizá-lo como complemento nutricional. São eles: procedência, composição e embalagem.
 
Esses fatores são de grande importância, pois deles depende se o suco escolhido trará ou não resultados benéficos para a saúde. Deve-se conferir a procedência, a composição e a embalagem, para se ter a certeza de qual será a vida útil do produto e se os resultados esperados poderão ser atingidos.
 
Sem esta avaliação, pode-se ficar a mercê de produtos que prometem mas não cumprem. De que adianta gastar dinheiro e tempo, tomando um suplemento com o qual se espera obter melhor saúde e, no final, não se conseguir nenhum resultado ?
 
1. Procedência: quanto à procedência, deve ser observado:
1- Qual o TIPO de ALOE VERA ? São mais de 240 tipos catalogados e os mais conhecidos e usados pelas indústrias são:
 
* Aloe Vera Barbadensis Miller, também conhecida como Linne,Vulgaris, ou Curaçau, ou Aloe Vera Perryi Baker, ou Socotrina ou Zanzibar;
* Aloe Vera Ferox ou Cape Aloe (é uma árvore);
* Aloe Vera Saponária ou Arborensis, muito usada no Japão, para cosméticos.
 
De acordo com inúmeras pesquisas, a ALOE que tem o maior teor medicamentoso é a Barbadensis Miller, que é chamada de "a verdadeira Aloe" e que possui a maior quantidade de gel.
2- Para ser usada como suplemento nutricional, na forma de SUCO (uso interno), os estudos se restringem a duas espécies: Barbadensis Miller e Arborensis.
3- As pesquisas realizadas sobre o uso da ALOE VERA, em geral, concluem:
 
* uso interno e externo, com ressalvas para o tipo Arborensis, quando ingerida.
* sem efeitos colaterais, para uso interno, quando usada SEM A CASCA e uso externo sem problemas (com ou sem casca), para o tipo Barbadensis Miller.
 
4- O LOCAL DAS PLANTAÇÕES é outro fator de grande peso para se ter um produto bom e confiável:
 
* O tipo de solo onde está plantada a Aloe, já foi utilizado para outra cultura agrícola? Como era tratado (com agrotóxicos, pesticidas, herbicidas) ?
 
* Na atual plantação, qual o nível de toxinas a que estão expostas as plantas ? Existem plantações próximas, onde se faz uso de agrotóxicos ? Esses produtos atingem as plantações de ALOE pelo lençol freático ou pelo vento ? A plantação está muito perto da poluição de cidades ou estradas ? Como se combatem as pragas ?
 
* A Aloe precisa ser cultivada em um ambiente limpo para poder desenvolver suas características benéficas ao nosso organismo. Se o ambiente é demasiado impróprio (toxinas), ela perde a força se defendendo deste ambiente.
 
* Qual o controle de qualidade que se pratica ? Existe fornecedor único ou são várias plantações diferentes que vendem para o fabricante? Que idade têm as plantas de onde são tiradas as folhas? O amadurecimento (ponto biológico) é fundamental para se ter um produto eficaz !
 
5- Outro fator importante é a DISTÂNCIA que se tem entre as plantações e o local onde a ALOE é industrializada. Como ela se oxida muito rápido, a distância, o modo como é colhida, o ambiente da fábrica, o maquinário e a maneira como é processada e estabilizada,contribuem para a perda de ingredientes de valor inestimável para o corpo.
 
6- Qual o órgão que controla ou atesta a qualidade do produto ? Possui o selo do IASC (Conselho Científico Internacional da Aloe), que é atualizado anualmente e que comprova,tanto a procedência como a qualidade do produto ? Tem aprovação de entidades extremamente rigorosas no quesito QUALIDADE, tais como KOSHER (judeu) e ISLAMIC SEAL (muçulmana) ?
 
Todos esses quesitos, relativos à procedência da Aloe, são importantes para se ter a certeza de que o suplemento nutricional foi feito de uma planta adequada e sem perder suas propriedades.
 
2. Composição: segundo ponto ao qual se deve prestar muita atenção:
1- Qual a porcentagem de Aloe na composição final do produto? Quanto maior a quantidade de gel, melhor será a resposta do organismo à ingestão desse suplemento.
 
2- Qual o teor de casca no suco ? Este teor influenciará e restringirá o uso do produto, porque o organismo humano não digere a celulose, que é o maior componente da casca da ALOE. Caso o teor de casca seja alto uma restrição, por exemplo, seria tomar o suco durante um período e ficar sem tomar no outro, para dar chance ao organismo de eliminar a celulose consumida.
 
3- Qual o teor de "aloína"? O produto pode ter, no máximo, 6% de aloína em sua composição.Mais do que essa percentagem, aparecem efeitos colaterais indesejáveis e contra-indicados.
 
4- Qual a quantidade de água adicionada ao produto? É um suco ou um refresco? Quanto mais água, menor a resposta do organismo. A Água somente aumenta o volume do produto e não as suas propriedades.
 
5- É 100% estabilizado? Ou seja, no processo de estabilização não se perdeu nada da sua composição original ? Não foi adicionado nenhum produto químico ou sintético que possa modificar, ou mesmo eliminar as propriedades da Aloe ?
 
6- Quantos ingredientes fazem parte deste suplemento? Quanto mais puro melhor!!! Todas estas perguntas devem ser feitas antes de se adquirir um suco de ALOE, para se ter a certeza de estar consumindo algo de real valor para a SAÚDE do corpo.
 
3. Embalagem: esse terceiro ponto é importantíssimo. Ele dirá por quanto tempo você terá um bom produto em suas mãos:
 
1- A embalagem não pode jamais ser feita de um material que deixe passar calor ou luz, por exemplo vidro, plástico ou celulóide. A ALOE perde as propriedades quando exposta ao calor e a luz.
 
2- Qualquer metal que fique em contato com a ALOE, tanto na tampa como no frasco, faz com que ela se oxide rapidamente. A oxidação altera toda sua composição, fazendo com que as vitaminas, minerais e enzimas se percam totalmente.
 
3- A maneira como foi lacrada a embalagem assegura uma vida útil maior ou menor, e dela depende a segurança de que o produto chegou às suas mãos exatamente como saiu da fábrica.
 
4- 0 prazo de validade do produto está totalmente ligado à embalagem e ao seu lacre.
 
Conclui-se, portanto, que vários fatores têm que ser levados em conta, pois influenciam profundamente o resultado a ser obtido com o uso da ALOE como complemento nutricional: Procedência, Composição e Embalagem. Eles são de grande importância para assegurar-se de:
 
* não correr riscos de ter efeitos colaterais indesejáveis;
* que o produto adquirido tenha uma vida útil, de acordo com a quantidade adquirida;
* que os resultados esperados pelo organismo sejam seguros;
* que o prazo de validade esteja dentro dos padrões pré-estabelecidos pelo órgãos competentes;
* e, principalmente, que a relação custo/benefício (preço x resultado) oferecida pelo produto seja JUSTA.
 
Quando as pessoas vão às compras, sempre escolhem os melhores legumes, as frutas mais bonitas e os produtos de melhor qualidade para as suas famílias, a um preço justo !!!
Este mesmo cuidado e atenção deve-se ter em mente ao se escolher um suco de ALOE VERA.
 
Bibliografia:
 
- Aloe Vera - uma planta milagrosa - Equipe de Investigações Nova Era.
- Aloe Vera - Natureza e Bem Estar - Equipe de Investigações Nova Era
- Aloe Vera - A planta de propriedades milagrosas - Alasdair Barcroft
- The Essencial Aloe Vera - Dr. Peter Atherton
- The Health and Medical Use of Aloe Vera - Dr. Lawrwnce Plaskett
- Le Docteur Vert - Robert Dehin
 
 https://www.nossosaopaulo.com.br/AloeVeraForever/FLP_AloeVera.htm
Frei Romano Zago - Babosa  Aloe Vera  Preparo de +/- 1 metro da folha - Entrevista  

Café: na contramão da Obesidade e Depressão

O tradicional café, uma das bebidas mais consumidas no mundo, pode ser um grande aliado à saúde. Se apreciado com moderação, ele pode auxiliar no combate à obesidade, depressão, alcoolismo, distúrbio de déficit de atenção e embotamento cerebral.

No Brasil, segundo maior consumidor de café, só sendo superado pelos EUA, existe em torno de 195 tipos de café tradicional, 78 tipos de café superior e 103 de café gourmet, sendo classificado como o maior produtor mundial e exportador do grão.

O café é rico em zinco, magnésio, ferro, proteínas, aminoácidos e uma substância denominada quiníde, produto da torra (ou borra) que é um excelente antioxidante.

Em São Paulo, existe um trabalho em algumas escolas estaduais em que empresas oferecem café às crianças antes do início das aulas.

Nestas escolas houve uma melhora no índice das notas, no desempenho escolar, na concentração e no grau de dispersão, comprovando que os benefícios da cafeína sobre os estudantes.

As propriedades benéficas do café podem ser obtidas por meio de bebida em doses moderadas, cremes, loções, máscaras faciais, manipulações com cafeína e com seus bioflavonoides.

Dra. Sylvana Braga 

Beber café faz bem

A bebida sempre foi unanimidade pelo seu sabor, mas havia uma espécie de nata encobrindo seus benefícios. Prepare-se porque vamos passar novidades fresquinhas e surpreendentes para você degustarpor Regina Célia Pereira
fotos Dercílio

Puro ou adoçado? Coado ou expresso? Forte ou fraco? Arábica ou robusta? Da Colômbia ou das nossas montanhas de Minas? Com petit four ou pão de queijo? Assim como em uma cafeteria, inúmeras questões sobre o café são levantadas em centros de pesquisas ao redor do planeta. Grande parte dos cientistas busca elucidar a maior das dúvidas: afinal, ele faz mesmo bem para a saúde?

O cardiologista Bruno Mahler Mioto, do Instituto do Coração, o InCor, que fica em São Paulo, é um dos que estão atrás da resposta. "Embora existam mitos em relação à bebida e ao coração, ela não parece elevar o risco de doenças cardiovasculares", afirma. Mioto está envolvido em um estudo sobre esse elo e ficou animado com os primeiros resultados obtidos recentemente. "O consumo de três a quatro xícaras diárias, por um grupo de 27 voluntários, não mostrou aumento da pressão arterial", conta. 

Esse achado tem tudo a ver com outra pesquisa, publicada no periódico científico Circulation, da Associação Americana do Coração. Realizada com 83 076 mulheres, ela aponta, inclusive, um discreto efeito protetor contra o acidente vascular cerebral, o derrame. "Por causa do grande número de análises positivas que existem na literatura especializada, hoje não há mais razão para as pessoas temerem o cafezinho", enfatiza Mioto. Mas daí vem mais uma pergunta: até mesmo as crianças devem incluí-lo no dia a dia? "Sim", responde, com ar seguro, a psicóloga Carla Verônica Machado, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a UFRJ. Ela se dedica a analisar efeitos da bebida entre os pequenos. "Algumas substâncias ajudam na concentração e melhoram a memória, por isso a preparação é bem-vinda para quem está na escola", diz.

Aliás, por falar em cérebro, um trabalho recém-concluído na Universidade do Sul da Flórida, nos Estados Unidos, revela que, na massa cinzenta, a cafeína reduz os níveis de uma proteína chamada betaamilóide, que, em concentrações elevadas, seria um dos principais estopins para o Alzheimer. E outra vez nos deparamos com uma dúvida: o café é feito exclusivamente de cafeína? Quem ajuda com a resposta desta vez é o farmacêutico-bioquí

mico Tasso Moraes e Santos, professor da Universidade Federal de Minas Gerais, a UFMG: "Ele concentra diversos compostos benéficos, além de vitaminas e de sais minerais", conta. E o mais saboroso nessa história é que a rica mistura atua em sinergia, bem ali, dentro da xicrinha.

 Para o professor Tasso Moraes, o café merece lugar de destaque no seleto rol dos alimentos funcionais. E qual seria o motivo? "É que, além de oferecer nutrientes, ele contém substâncias capazes de reduzir o risco de doenças", justifica, sem pestanejar. O pesquisador e sua equipe observaram, por exemplo, uma boa atuação no fígado. "Nós oferecemos a um grupo de ratos uma ração especial feita com café e notamos uma diminuição de nódulos hepáticos", conta. Como esses nódulos tendem a virar encrenca, segundo Moraes é possível deduzir que a bebida protege contra o desenvolvimento de tumores.

A relação entre o fígado e o café também aparece em um estudo recente do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos. Os cientistas avaliaram 766 pacientes que tiveram hepatite C e entre aqueles que bebiam mais de três xícaras de cafezinho por dia houve uma desaceleração no desenvolvimento da doença.

 

Em ambos os trabalhos, existem suspeitas de que compostos fenólicos, moléculas presentes na bebida, estejam por trás dos resultados. Dentro dessa turma do bem, um dos destaques é o já mencionado ácido clorogênico, mas existem ainda o ácido cafeico, o ácido ferúlico e o ácido p-cumárico. "Todos eles têm ação antioxidante", explica outra estudiosa do assunto, a nutricionista Rosana Perim, do Hospital do Coração, na capital paulista.

 

Apesar de tantos defensores, várias questões podem continuar martelando em sua cabeça, como esta: será que todas essas subst

âncias benéficas se mantêm mesmo quando o fruto é processado? "Sim. Embora exista uma queda na quantidade, esses compostos permanecem em dosagens razoáveis no grão torrado", garante a nutricionista Liliane Machado, da Universidade de Brasília, a UnB, que também faz parte do time de especialistas brasileiros atrás de respostas para tantas e tantas interrogações.

Embora o processamento preserve boa parte das substâncias benéficas, é o grau de torrefação que determina a quantidade delas. "Quanto menor a torra, maior o número de compostos fenólicos e de nutrientes encontrados na bebida", diz Liliane Machado, nutricionista da UnB. "Os grãos menos torrados também resultam em bebidas mais aromáticas", lembra o expert Marco Suplicy, da Suplicy Cafés Especiais, em São Paulo. Aliás, a bebida não precisa ser totalmente negra para ser de boa qualidade, muito pelo contrário. "Os cafés mais escuros costumam acumular cinzas", diz Suplicy. E, para piorar, o gosto não fica dos melhores, o que leva o consumidor a lotar a xícara com açúcar ou adoçante. 

"O exagero na hora de adoçar é um dos piores erros", lamenta Liliane, que analisa os poderes do café na diminuição do risco do diabetes do tipo 2. "Diversas experiências mostram que a ingestão saudável da bebida interfere positivamente com a absorção da glicose, que então é feita de ma
neira mais gradual", explica. Assim, a produção de insulina — hormônio que se encarrega de botar o açúcar dentro das células — ocorre de forma harmoniosa, sem sobressaltos. Mas essa boa atuação dificilmente acontecerá se o preparado ficar mais parecido com uma espécie de melado.
 

E, agora, você pode indagar: qual é a melhor forma de adoçar? Para os baristas, ou seja, para quem conhece todas as sutilezas de gosto, o certo é tomar puro. "Bebidas de boa procedência são naturalmente adocicadas", afirma Cleia Junqueira. Sem falar que ir devagar com o doce também ajuda na contabilidade calórica. Mas, se o seu paladar ainda não percebe a discreta doçura na xícara de um cafezinho puro, coloque a menor quantidade de açúcar possível ou apele para os edulcorantes artificiais. 

A cientista sensorial Helena Maria Bolini, da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp, que fica no interior paulista, anda investigando a interferência dos adoçantes no sabor do café. Em um estudo com mais de 200 voluntários, a equipe da professora pôde observar que a sucralose é uma boa alternativa ao açúcar, já que não contém calorias e parece não afetar tanto as características de aroma e textura do preparado. "O mais indicado é optar por versões líquidas do edulcorante, que se misturam melhor à bebida."

Por fim, a pergunta que não quer calar: qual a medida ideal? A maioria dos especialistas sugere até 600 mililitros, o que corresponde a três ou quatro xícaras por dia. Mas para os fãs do cafezinho não existe dose certa. "Jamais deve haver excessos", dispara o professor Tasso Moraes, da UFMG, que sugere: "Para aqueles que têm dor de estômago, insônia ou palpitação, o melhor é ir com parcimônia". Ninguém aqui quer ser estraga-prazeres, mas um pingo de cautela, em alguns casos, nunca faz mal a ninguém.

https://saude.abril.com.br/edicoes/0317/nutricao/conteudo_516127.shtml   .

Como enxergar bem sem Oculos - Mateus de Souza